quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Real transformação, você deseja?


Logo depois de você ingressar na sua vida cristã, você passa por alguns processos muito importantes, um desses processos é o de METAMORFOSE ESPIRITUAL .

Metamorfose é uma transformação... Tipo; os jovens ao passar para a idade adulta sofrem uma transformação na forma de pensar, agir, etc... Ou á de uma lagarta que se transforma em borboleta. E na transformação espiritual não é muito diferente, é o mesmo que a libertação do velho para a construção do novo homem.

Todos nós precisamos passar pela metamorfose espiritual, pois ela é a chave para a maturidade cristã. Paulo cita em uma carta aos romanos “e não vos conformeis com esse século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente”, esse texto é um exemplo em que a metamorfose é citada com o significado de: Ser transformado, ser mudado em forma.

Cristo é o molde ou o padrão no qual o espírito santo está buscando nos talhar, exatamente como o oleiro faz o barro em suas mãos (Jr 18.1-6) .

Às vezes comparo o trabalhar de Deus como o de um cirurgião plástico. É... isso mesmo!
O cirurgião está ali pra tirar mudar o que você não gosta em você ou coisa do tipo, e com a ajuda de alguns aparelhos vai moldando o parte q precisa ser mudada... Deus criou o homem  a sua imagem e semelhança, mas essa imagem ficou deformada após o pecado, (chegamos ao ponto) e o que Deus faz? Por meio de sua palavra nos molda á cada dia, visando sempre nos tornar semelhantes a Jesus, o objetivo da nossa metamorfose espiritual é justamente esse: a semelhança moral, ética e espiritual de Jesus.

Com o passar do tempo percebemos que passamos a ter a mente de Cristo, pois durante o processo de crescimento  passamos a agir, pensar , falar e sentir com naturalidade e sabedoria (1co 13:11).

Como toda metamorfose, a Espiritual também enfrenta dificuldades, dores, temos que abrir mão de coisas do velho homem e etc. Deus efetua mudanças em nós em cada área e fase de nossa vida. Mas precisamos responder á simples perguntas: Eu quero ser mudado? Vou deixar Deus trabalhar meu caráter mesmo quando estiver doendo?

Escrito por Cibelly Vieira

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Os Sinais do Fim dos Tempos


Recentemente assisti um vídeo que trazia uma série de acontecimentos relacionados com o sinais do fim dos tempos,  curioso ao ver a capa, intitulada: Prepare-se, decidir  ver do que se tratava.  Eram vários os assuntos.  Descobri até que esse vídeo fazia parte de uma série com vários DVDs com temas e assuntos diversos. Os autores desses vídeos estavam tentando divulgar uma espécie de “escatologia”, diziam eles: “Nós queremos alertá-los sobre os acontecimentos e os sinais do fim dos tempos”.  Segundo o vídeo, tudo na história da humanidade não passa de uma série de conspirações, falou-se sobre, H1N1, guerras, O atentado de 11 de setembro, etc.. Em fim uma verdadeira coletânea de “terrorismo mental”.

Pessoas mais preocupadas em causar alardes, do que em pregar o evangelho autêntico.

 Diante disso vi a necessidade trazer algo sobre o que a Bíblia diz sobre Os Sinais dos Tempos, o assunto em si é muito extenso, este estudo está baseado no livro A Bíblia e o Futuro de Anthony Hoekema, tentarei ser o mais sucinto possível.

Para melhor compreensão vamos partir do princípio básico desse estudo.
O que estuda os sinais do fim dos tempos é a escatologia.
O termo “ESCATOLOGIA” origina-se de duas palavras gregas, eschatós e logos, e significa “doutrinas das últimas coisas”. Geralmente tem sido entendido como referindo-se a eventos que ainda virão a acontecer, relacionados tanto com o indivíduo como com o mundo. Em relação ao indivíduo, pensava-se que a escatologia se ocupava de assuntos tais como morte física, imortalidade, e o assim chamado “estado intermediário” – o estado entre a morte a ressurreição geral. Com relação ao mundo, a escatologia era vista como tratando da volta de Cristo, da Ressurreição geral, do juízo final e do estado final das coisas. Mesmo concordando em que a escatologia bíblica inclui os tópicos acima mencionados, nós temos de insistir que a mensagem da escatologia será seriamente empobrecida se nela não incluirmos a situação presente do cristão e a fase atual do reino de Deus. Em outras palavras, a escatologia bíblica completa precisa incluir tanto o que podemos chamar de escatologia “inaugurada”  ou “escatologia realizada”  que se refere  ao gozo presente de bênção escatológicas que o crente desfruta. Como a escatologia “futura” que designa eventos escatológicos que ainda são futuros.
Para entendermos corretamente a escatologia bíblica, precisamos vê-la como um dos aspectos integrantes de toda a revelação bíblica. A escatologia não deve ser vista como algo encontrado apenas em livros tais como Daniel e Apocalipse, mas como dominando e permeado toda a mensagem da Bíblia.

 É inaceitável afirmações ditas pertencentes a escatologia bíblica sem respaldo e fundamento na própria palavra de Deus, justamente o que acontece com os vídeos que citei no início do texto.

Outros problemas encontrados nesses vídeos, que distorcem o real sentido da verdadeira escatologia seriam:

Considerar os sinais dos tempos como se referindo exclusivamente ao tempo do fim, isto é, como se eles apenas se referissem ao período imediatamente anterior à Paurousia (Segunda Vinda de Cristo) fica óbvio que essa visão é errada com o uso que Jesus faz dessa expressão em Mateus 16.3 “Sabei, na verdade, discernir o aspecto do céu, e não podeis discernir os sinais dos tempos”, onde, os sinais dos tempos, se referem claramente mais ao passado e ao presente do que ao futuro. Isso fica claro ainda no fato de que tanto Jesus como Paulo ao falarem desses sinais ao se dirigirem aos seus contemporâneos.

Outra visão equivocada seria Considerá-los apenas em termos de eventos anormais, espetaculares ou catastróficos.  Próprio Jesus mais uma vez fez advertências contra esse modo de compreender os sinais quando disse aos fariseus: “Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou Lá está! Porque o reino de Deus está dentro de Vós” (Lucas 17.20,21). “As palavras que Cristo usa obviamente não são dirigidas contra ‘ver’ os sinais, mas contra uma expectativa do Reino orientada para o espetacular e incomum, e dessa forma negligenciando o elemento da decisão pessoal.” (Berkouwer – comentarista bíblico)

Outra maneira errada de compreender os sinais dos tempos é tentar usá-los como modo de datar o tempo exato da volta de Cristo. Ao longo da história cristã, tentativas de datar a volta de Cristo tem em sido frustradas, parece que se esquecem do texto de Mateus 24.36 “Quanto ao dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu. Nem o Filho, mas somente o Pai.”

Um terceiro uso errado dos sinais leva à tentativa de construir um cronograma exato de acontecimentos futuros. A profecia é muito diferente da história. Ela não pretende nos dar, do futuro um conhecimento análogo ao que a história nos dá a respeito do passado. Embora muitas profecias tenham sido dadas pelos profetas do Antigo Testamento, acerca do primeiro advento de Cristo, ninguém sabia exatamente como essas profecias seriam cumpridas até que Cristo, efetivamente, chegasse: “Cristo realmente foi um rei, mas não um rei conforme o mundo sempre havia conhecido, e um rei como ninguém esperava; ele foi um sacerdote, mas o único sacerdote em todos os tempos de cujo sacerdócio ele próprio era a vítima; ele de fato estabeleceu um reino, mas não era um reino deste mundo”. (Charles Hodge – Comentarista bíblico)
O próprio João Batista, precursor de Jesus, que primeiramente o havia apresentado como Messias prometido, começou mais tarde a ter suas dúvidas. Após ter sido aprisionado, ele enviou seus discípulos a Jesus para lhe perguntarem: “És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?” (Mateus 11.3). Por que tem João agora suas dúvidas? Porque ele tinha imaginado o Messias que estava apresentando como alguém que estava para cortar as árvores que não produzissem fruto, queimando a palha em fogo inextinguível (Mateus 3.10,12), enquanto que o Jesus, de quem ele ouvia, não fez nenhuma dessas coisas. Jesus respondeu chamando a atenção para seus milagres de cura e sua pregação do Evangelho aos pobres (VS 4,5), o que Isaías havia predito que o messias iria fazer (Is 35.56; 61.1). João estava esperando que Jesus cumprisse em sua primeira vinda, as atividades de juízo que ele executaria em sua segunda vinda; até o momento em que ele recebeu a mensagem corretiva de Jesus, ele não conseguiu perceber que as ações de cura e pregação do Messias deveriam ser executadas na sua primeira vinda.

Se crentes como João Batista puderam ter problemas dessa espécie com profecias acerca da primeira vinda de Cristo, que garantia temos nós de que os crentes (hoje) não terão dificuldades semelhantes com predições acerca da segunda vinda de Cristo? Estamos confiantes de que todas as predições acerca da volta de Cristo e do fim do mundo serão cumpridas, mas não sabemos exatamente como o serão.

De fato devemos estar preparados, não abitolados ou levados por quaisquer novidades que surgem por ai.  É certo que a Paurosia virá, mas ao sabemos exatamente quando há de vir. Por isso, temos de viver em constante expectativa e prontidão parta a volta do Senhor. As palavras do seguinte lema o colocam bem: “Viva como se Cristo tivesse morrido ontem, ressuscitado esta manhã e voltando amanhã”.

Escrito por Ivan Rodrigues
Baseado na Obra  A Bíblia e o futuro (Anthony Hoekema)

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

A escolha é sua


Olá queridos, desculpem a demora na postagem dessa semana. tem sido muito corrido pra mim, só Deus sabe o quanto. mas, não me esqueci desse compromisso que assumi, semana que vem tentarei me organizar melhor.


Hoje falaremos sobre escolhas. Na verdade teremos um convidado falando sobre o assunto. Com vocês, Max Lucado, em um de seus belíssimos textos, extraído do livro Quando Deus sussurra seu nome. Espero que vocês sejam abençoados em nome de Jesus.

Mas o fruto do Espírito é: amor, Alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. 
(Gálatas 5:22)

 

“A DECISÃO

Tudo está em silêncio. É cedo. Meu café está quente. O céu ainda está escuro. O mundo continua dormindo. O dia se aproxima.
Em poucos momentos chegará o dia. Aproximar-se-á rugindo pela via ao levantar-se o sol. A quietude da madrugada se converterá no barulho do dia. A calma da solidão será substituída pelas batidas rítmicas dos passos da raça humana. O refúgio matutino será invadido pelas decisões que devam ser tomadas e pelas obrigações que devem ser cumpridas.
Durante as próximas doze horas ficarei exposto às exigências do dia. Agora é o momento em que devo tomar uma decisão. Por causa do Calvário, tenho a liberdade de decidir. Então decido.

Escolho o amor...

Nenhuma ocasião justifica o ódio; nenhuma injustiça autoriza a amargura. Escolho o amor. Hoje amarei a Deus e o que Deus ama.

Escolho a Alegria...

Convidarei meu Deus para ser o Deus da circunstância. Recusarei a tentação de ser cínico... a ferramenta do pensador preguiçoso. Recusarei considerar as pessoas menos que seres humanos, criados por Deus. Recusarei ver nos problemas algo menos que uma oportunidade de ver a Deus.

Escolho a paz...

Viverei tendo sido perdoado. Perdoarei para poder viver.

Escolho a paciência...

Passarei por cima dos inconvenientes do mundo. Em vez de amaldiçoar ao que ocupa o lugar que me corresponde, o convidarei para que assim o faça. Em vez de queixar-me porque a espera é demasiado longa, agradecerei a Deus por um momento para orar. Em vez de fechar meu punho diante de novas tarefas agendadas, as encararei com gozo e valor...

Escolho a amabilidade...

Serei amável com os pobres, pois estão sozinhos. Amável com os ricos, pois têm temor. E amável com os malvados, pois assim me tratou Deus.

Escolho a bondade...

Prefiro estar sem um dólar antes de aceitar um de forma desonesta. Prefiro ser ignorado antes que me jactar. Prefiro confessar antes que acusar. Escolho a bondade.

Escolho a fidelidade...

Hoje guardarei minhas promessas. Meus credores não se lamentarão de sua confiança. Meus associados não questionarão minha palavra. Minha esposa não questionará meu amor. E meus filhos nunca terão temor de que seu pai não volte a casa.

Escolho a mansidão...

Nada se ganha pela força. Escolho ser manso. Se levantar minha voz, que somente seja em louvor. Se fechar meu punho, que somente seja em oração. Se fizer exigências, que somente sejam para mim mesmo.

Escolho o domínio próprio...

Sou um ser espiritual. Depois de que tenha morrido este corpo, meu espírito levantará vôo. Nego-me a permitir que o que vai apodrecer governe o eterno. Escolho o domínio próprio. Só me embriagarei do gozo de Deus. Só me apaixonará a minha fé. Somente Deus terá influência sobre mim. Somente Cristo me ensinará. Escolho o domínio próprio.

Amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. A estes encomendo meu dia. Se tiver êxito, agradecerei. Se falhar, buscarei Sua graça. E depois, quando este dia tiver acabado, colocarei minha cabeça sobre meu travesseiro e repousarei.
Escolho a Deus.”

Escrito por Ivan Rodrigues
(Max Lucado, Quando Deus sussurra seu nome, p. 71)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Jamais desista


A persistência ou perseverança é uma virtude divina que precisamos ter e cultivar, pois é somente por meio dela que conseguiremos nossos objetivos, uma vez que sempre haverá  impedimentos no caminho  de quem deseja triunfar ou vencer na vida. Desistir é o mesmo que  “abrir mão, parar ou cessar(o que havia começado); renunciar àquilo que havia começado ou que se pretendia iniciar”. É vencedor aquele que completa o que iniciou e jamais desiste no meio do caminho. Deus tem dado algo para realizarmos???  Em caso positivo, devemos honrá-lo e completar a missão.

 Eis aqui 3 motivos  para jamais desistir :

-Quem persevera é apto para o reino de Deus! (Lucas 9.62) 
A vida cristã  não está isenta de lutas e tribulações mas em nossa caminhada em direção à cidade celestial, Deus põe à prova a nossa fé e somos aprovados quando perseveramos  em cumprir a sua vontade .

-Nosso compromisso com Deus nos da firmeza! (gálatas 6.9)
A única maneira de perseverarmos ou de não retrocedermos na caminhada e no ministério cristão é por meio de um compromisso sério com Deus .O nosso compromisso com Deus  nos faz perceber as necessidade da obra (‘’fazer o bem ‘’_viver o fruto do espírito ; cumprir os propósitos de Deus para a igreja etc.) e nos ajuda a continuarmos firmes na direção  a fim de realizarmos a visão que Ele nos designou.

-O fracasso está destinado pra os que desistem!
Não estamos livres de lutas, contudo a bíblia nos garante que Deus sempre nos sustentará.
Por mais difícil que seja, sempre é muito cedo para desistirmos. Pela fé podemos “tirar forças da fraqueza” (Hb 11:34;2co 12.9,10)

Lembre-se: Você nunca é fracassado até que  desista .
EM CRISTO OBTEMOS A FORÇA QUE PRECISAMOS PRARA NUNCA DESISTIR!!!


Escrito por Belly Vieira 
Extraído:111 sermões,Walter Bastos

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O Fardo do Desapontamento




Unges a minha cabeça com óleo

Salmos 23.5

Des muda todas as coisas. Com des, "obediência" vira "desobediência"."Respeito” é mudado para "desrespeito". "Consideração" é, repentinamente, "desconsideração". O que era uma "habilidade" torna-se uma "desabilidade". "Compromisso" é agora "descompromisso", e "graça" é transformada em" desgraça". Tudo por causa do des.

  Dificilmente acharíamos um trio de letras mais potentes. E dificilmente encontraríamos um melhor exemplo de seu poder que a palavra apontamento.

A maioria de nós gosta de apontamentos. Apontamentos criam um senso de previsibilidade num mundo imprevisível. Achamos que sabemos controlar o futuro, tanto quanto o maquinista controla o trem.

Um desapontamento recorda-nos que não. Um desapontamento é um apontamento perdido. O que esperávamos aconteceria não aconteceu. Queríamos saúde; arranjamos doença. Queríamos aposentadoria; obtivemos serviço. Divórcio em vez de família. Demissão em lugar de promoção. E agora? O que fazemos com os nossos desapontamentos?

Certa vez uma noiva foi abandonada pelo noivo à véspera do casamento, seu apontamento tornou-se um desapontamento. Como ela reagiu? Não muito bem. Fechou todas as cortinas da casa, parou todos os relógios, deixou o bolo de casamento sobre a mesa para ajuntar teias de aranha, e continuou usando o vestido de noiva até que ele se tornou um trapo amarelo em volta de sua figura encolhida. Seu coração ferido consumiu-lhe a vida.

Podemos seguir o mesmo curso.

Ou podemos seguir o exemplo do apóstolo Paulo. Sua meta era ser um missionário na Espanha. No entanto, em vez de mandar Paulo à Espanha, Deus o mandou para a prisão. Num cárcere romano, Paulo poderia ter feito a mesma escolha, mas não o fez. Em vez disso, decidiu: "Enquanto eu estiver aqui, posso muito bem escrever algumas cartas". Por isso a sua Bíblia tem as epístolas a Filemom, aos Filipenses, Colossenses e Efésios.' Sem dúvida, Paulo teria feito um grande trabalho na Espanha. Mas teria ele se comparado à obra dessas quatro cartas?

Você já esteve na posição de Paulo. Sei que esteve.

Você já esteve feito um rojão a caminho da Espanha, ou da faculdade, ou do casamento, ou da independência... mas então veio a dispensa, ou a gravidez, ou a doença dos pais. E você acabou numa prisão. Adeus, Espanha. Olá, Roma. Adeus apontamento. Olá, desapontamento. Olá, dor.

Como você lidou com ele? Ou melhor, como você está lidando com ele? Aceita uma ajuda? Tenho exatamente o que você precisa. Seis palavras no quinto verso do Salmo 23:

"Unges a minha cabeça com óleo".

Não vê a conexão? O que um versículo sobre óleo tem a ver com os ferimentos que vêm dos desapontamentos da vida?

No antigo Israel, os pastores usavam o óleo para curar machucados.

A maioria dos machucados tratados pelo pastor é o resultado da vida no pasto. Espinhos furam, pedras cortam, ou uma ovelha esfrega a cabeça com demasiada força contra uma árvore. Ovelhas se machucam.

Conseqüentemente, o pastor inspeciona diariamente as ovelhas, à procura de cortes e escoriações. Ele não quer que o ferimento de hoje se torne a infecção de amanhã.

Nem Deus quer. Assim como as ovelhas, temos machucados, mas os nossos são ferimentos do coração que vieram de um desapontamento após outro. Se não tomarmos cuidado, estes ferimentos transformam-se em amargura. E então, a exemplo das ovelhas, precisamos ser tratados. "Foi ele, e não nós, que nos fez povo seu e ovelhas do seu pasto" (Sl 100.3). Ele fará por você o que o pastor faz pelas ovelhas. Ele cuidará de você.

"Eu sou o bom pastor", anunciou Jesus." O bom pastor dá a vida pelas ovelhas" (Jo 10.11).

Jesus não untou com o óleo da prevenção os seus discípulos? Ele orou por eles. Ele os equipou antes de os mandar sair. Revelou-lhes os segredos das parábolas. Interrompeu seus argumentos e acalmou-lhes os temores.

Porque era um bom pastor, Ele os protegeu contra desapontamentos.

Jesus não apenas preveniu machucados, como os curou.

Ele tocou os olhos do cego. Tocou a moléstia do leproso.

Tocou o corpo da garota morta. Jesus zelava de suas ovelhas. Ele tocou o coração inquiridor de Nicodemos. Tocou o coração aberto de Zaqueu. Tocou o coração partido de Maria Madalena. Tocou o coração confuso de Cleopas. E tocou o obstinado coração de Paulo e o arrependido coração de Pedro. Jesus zelava de suas ovelhas, e Ele zelará de você.

Se você lho permitir. Como? Os passos são tão simples.

·         Seu primeiro passo é ir à pessoa certa. Vá para Deus.
·         Seu segundo passo é assumir a postura correta. Curve-se perante Deus.
·         Seu terceiro passo é confiar nEle.

As ovelhas não entendem como o óleo cura as feridas. De fato, tudo o que as ovelhas sabem é que alguma coisa acontece na presença do pastor. E isto é tudo o que precisamos saber também.

"A ti, Senhor, levanto a minha alma. Deus meu, em ti confio"
(Sl 25.1,2).

Vá.
Curve-se.
Confie.

Escrito por Tiffany R. Resende

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Deus se importa...


Um Deus que se preocupa que se importa que me ama incondicionalmente, mesmo não sendo eu merecedor de tão grande amor. Crer em algo assim parece inconcebível, irreal, utópico, crer em algo assim foge da minha lógica. Como entender, como compreender tão magnífico amor.  Você já parou para pensar nisso?

Hoje, ao acordar, estive meditando a esse respeito. Para alguns pode parecer até estranho, tal reflexão. Mas não acredito que Deus tenha feito robôs simplesmente programados, seres que não refletem, não questionam, ao contrário, creio num Deus que criou o ser humano como ser pensante, acredito num Deus que nos dotou de livre arbítrio, nos fez seres capazes de refletir de analisar e até mesmo questionar. Diante disso, acho até importante que sempre façamos tais indagações para que possamos rever nossos conceitos. Nossas certezas, nossas afirmações. Você já pensou nisso? Por que Deus te ama?  Por que Ele se importa?...

Cara, de fato, nós não somos nem um pouco dignos de misericórdia... Somos invejosos, avarentos, idólatras, mesquinhos, mentirosos, roubadores, somos perversos. 

Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; (Romanos 3.23)

Mas nem sempre foi assim, você sabia disso?...

A Palavra de Deus nos ensina que o homem foi feito à imagem de Deus, segundo a sua semelhança e que Deus lhe deu domínio sobre todo o mundo (Gn 1.26-30)

Ao lermos as páginas sagradas da Bíblia encontramos no primeiro livro, o livro de Gênesis, o relato da criação de todas as coisas, terra, água, dia, noite, animais de todas as espécies e por fim o Homem, você sabia que o homem foi criado como coroa de toda a criação?

 A obra mais magnífica de todas feitas pelas mãos de Deus: Eu e Você! Que maravilha!... Encontro nessas páginas relatos interessante, como por exemplo, que Deus andava com o homem na viração do dia, mostrando que havia um relacionamento íntimo entre o homem e o seu Criador (Gn. 3.8).

Deus dá ao homem o domínio sobre os animais e sobre o campo, lhe dá muitos direitos. Só há uma restrição, de todas as árvores ele poderia comer, mas... “da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás”..(Gn 2:17)
Bem... O fim desse relato nós conhecemos muito bem não e verdade?...  O ser humano desobedeceu a ordem divina e sucumbiu a tentação, cumprindo assim a vontade da serpente.(Gn 3) Consequentemente, criou-se um grande abismo entre nós e Deus, mas o interessante desse relato é que mesmo assim, Deus não desistiu de nós... Nesse mesmo texto encontramos uma promessa de resgate, conhecida como primeira promessa messiânica, Gênesis 3.15, nos diz que “da semente da mulher nascerá Um que esmagará a cabeça da serpente”. Deus traça então um plano de resgate da humanidade. Plano esse que se cumpre em Cristo Jesus.
O homem desde a queda, desde a desobediência, como conseqüência do pecado está destinado à morte e a destruição, como diz a carta aos Romanos:


“Porque o salário do pecado é a morte...”  (Romanos 6:23a)

O Homem se encontra distante de Deus, mas Deus, em sua infinita graça e misericórdia, em Cristo Jesus, traz uma esperança, uma luz, como diz o profeta Isaias:

O povo que andava em trevas, viu uma grande luz, e sobre os que habitavam na região da sombra da morte resplandeceu a luz.  (Isaías 9:2)

 No evangelho segundo João nós encontramos:


No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Ele estava no princípio com Deus.Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. (João 1:1-4)


Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo.
Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu.Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade. (João 1:9-14)

Que amor é esse? Amor capaz de se entregar, de se sacrificar para que fôssemos feitos livres da condenação da morte causada pelo pecado.

Jesus morreu na Cruz por amor a mim e a você.

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.  (João 3:16)

Para nos libertar e para nos dar vida que Cristo morreu. E foi para nos dar a certeza da vitória foi que Ele ressuscitou ao terceiro dia, mostrando que é o próprio Deus Emanuel, Deus conosco, Deus presente.

A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação. Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido. (Romanos 10:9-11)

Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.  (Romanos 5:8)

Este amor é incondicional, incomparável.

Deus nos ama profundamente, Ele conhece nossas dores. Deus te ama, Ele quer te libertar dessa escravidão do pecado, da dor, do sofrimento, Ele quer te dar a Paz que excede todo entendimento, paz que em nenhum lugar desse mundo você vai encontrar, a não ser aos pés do Salvador, aos pés de Cristo Jesus.

Ele está a te chamar... Ouça Sua voz de amor dizendo:

Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve  (Mateus 11:28-30)

 Que amor é esse? È incomparável, incondicional, é real, é o Amor de Deus que cuida, que zela, que se importa que TE AMA profundamente!.

Escrito por Ivan Rodrigues

Newer Posts Older Posts