sexta-feira, 9 de novembro de 2012

LEVANDO A VIDA A SÉRIO




“Aos jovens, aconselha-os a levarem a vida a sério.”
 (Tito 2:6).
Foi assim que J. B. Phillips traduziu este versículo da Carta de Paulo a Tito, em Cartas às Igrejas Novas, uma versão especial das epístolas do Novo Testamento, publicada em 1947. Ficou um pouco diferente das versões que normalmente usamos, mas expressa melhor o sentido dessa recomendação do apóstolo a seu discípulo.

Aliás, Tito, discípulo e colaborador de Paulo na obra missionária, era também jovem. E o apóstolo diz, na continuação do texto, que o melhor ensino que Tito podia dar aos jovens, era ele próprio ser um exemplo de como levar a vida sério. Para isso, segundo Paulo, o jovem precisa fazer três coisas:
1. Sua conduta deve ser exemplar (v. 7). Nestes tempos em que a ética é algo desvalorizado, em que as nossas maiores autoridades dão péssimos exemplos de comportamento, os jovens não vêm muita razão para levar a vida a sério. Assim era também no tempo em que Paulo escreveu a Tito, mas o que o apóstolo exigiu dele e dos demais jovens cristãos era que tivessem conduta exemplar, porque somente assim as pessoas em volta perceberiam que eles levavam a sério a sua maneira de proceder.
2. Sua fé deve ser íntegra e sóbria (v. 7). Nestes tempos em que se vê tanta extravagância e esquisitice em matéria de fé, em que os jovens sofrem tantas influências religiosas de todos os lados, fica difícil levar a doutrina cristã a sério. Na época em que Paulo escreveu a Tito também havia muitos ensinos estranhos, por isso o apóstolo recomendou-lhe que tivesse integridade e sobriedade quanto à doutrina. Em outro trecho ele deixa claro o quer dizer com isso: ser fiel à Palavra de Deus. É nela que encontramos os elementos para termos uma fé séria, porque ela é a verdade (Tito 1:9-16).
3. Sua linguagem deve ser sadia e irrepreensível (v. 8). Nestes tempos em que os jovens são levados pela verdadeira enxurrada de futilidades, leviandades e imoralidades que são disponíveis na TV, na Internet, nas conversas com colegas de trabalho e escola, amigos, vizinhos, é difícil levar o que se pensa e o que se fala a sério. Quando Paulo escreveu a Tito a cultura era diferente, mas havia coisas semelhantes, por isso o apóstolo recomendou-lhe um modo de pensar e falar saudável e isento de erros, porque, como disse Jesus, a boca fala do que está cheio o coração (Mt.12.34).
É possível aos jovens cristãos levarem a vida a sério. E os que assim fazem são admirados e respeitados.
Pr. Sylvio Macri

sábado, 23 de junho de 2012

Por quê uma fogueira? (série são João Pt 2)


No estudo anterior, nós vimos como a Festa Junina, ou Dia de São João, chegou em nosso país. Agora nós iremos abordar nesse estudo a origem da fogueira de São João, que costumeiramente é preparada “em homenagem à São João”, como diz a música. Como dito anteriormente, a maioria das pessoas faz isso, mas nem sabe o porquê fazem, apenas seguem os costumes que lhes foram ensinados desde cedo. Sobre a origem desse costume de ascender uma fogueira no dia de São João, o jornal, A Folha de São Paulo, diz:


“A tradição . . . está ligada ao culto do deus Sol, homenageado para que não se afaste muito da Terra e evite invernos rigorosos e estiagens longas”.

Embora, é lógico, para a Igreja Romana, isso teve início com a história de que Elizabete costumava visitar Maria, mãe do Senhor Jesus Cristo. Segundo a tradição Católica, que nesse caso mistura historicidade bíblico-canônica com “pura imaginação” sem criatividade, Elizabete disse a Maria que iria dar a luz um filho. Para dar um sinal a Maria que isso ocorreria, ela ascenderia uma fogueira e assim o fez. Quando Maria viu a fogueira, lembrou do sinal, e indo em sua direção, encontrou João, o futuro “Batista”, ainda bebê. – Cfr. Lc. i.1-45

Lógico que se precisa ser muito “crédulo” pra achar que isso é verdade. A história mostra conclusivamente que a fogueira era um símbolo no culto do deus sol. O matutino La Vanguardia, de Barcelona, Espanha, admitiu que a festividade inteira realmente “representa a cristianização do solstício de verão”. Este evento astronômico, quando o sol parece cessar sua movimentação em direção ao norte ou ao sul, deu origem a festividades e folias licenciosas entre os antigos pagãos.

Outra grande festividade do solstício que foi ‘cristianizada’ é 25 de dezembro. Por volta dessa época, no hemisfério setentrional, os dias começavam a ficar novamente mais compridos, e os romanos, adoradores do sol celebravam o dia de nascimento do sol invicto. No quarto século E.C., isto foi transformado na celebração do nascimento do Filho de Deus. Até mesmo o abeto usado pelas tribos germânicas, pagãs, em suas celebrações do solstício de inverno, foi adotado mais tarde como a árvore de “Natal”.

Fonte: bibliotecabiblica.blogspot.com.br
Por: Ivan Rodrigues

terça-feira, 24 de abril de 2012

Artigo: 30 erros que o ministro de louvor NÃO pode cometer





Redação Super Gospel




O ministro de louvor Ronaldo Bezerra nos enviou um ótimo artigo para ministros de louvor, dança e também técnicos de som.

O tema da matéria é: "30 erros que o ministro de louvor NÃO pode cometer", e você confere na íntegra abaixo:

1- Não se preparar musicalmente e espiritualmente para a ministração

- Devemos nos apresentar como obreiros aprovados (II Tm 2:15).

A) Aspecto espiritual

- É necessário oração e leitura bíblica diariamente. A base de todo ministério é a oração e meditação. O que se pode esperar de alguém que não medita e não ora? A.W.Tozer disse: “Nunca ouça um homem que não ouve a Deus”.

- Um ministro que não ora e não medita, deixa de ser um homem de Deus para ser um profissional do púlpito.

- Se desejamos ter um ministério mais ungido precisamos entender que o endereço da unção está no altar.

B) Aspecto musical

- É preciso realizar ensaios para que haja entrosamento.

- Tenha uma lista definida dos cânticos; quando forem novos, providencie cifras.

- É necessário concentração total durante os ensaios, evitando distrações, brincadeiras e conversas paralelas.

- Estar atento às orientações, arranjos, rítmica, andamento, métricas, etc.

- Estude música. Muitas vezes a congregação “suporta” em amor a falta de técnica e afinação mínima dos que tocam e cantam.

2- Nunca preparar a ministração

- Devemos ter habilidade para improvisar, porém, isso não deve ser a regra.

- Quando o ministro não faz a “lição de casa” acaba ficando fácil perceber, não há seqüência coerente nos cânticos, há erros nos acordes e na seqüência da música cantada, não há expressão, há insegurança, etc.

- Os que ministram de improviso, demonstram não levar a sério o lugar que ocupam na obra de Deus (Jr 48:10). O Espírito Santo não tem compromisso com ociosos, preguiçosos e displicentes.

- Já avaliamos o preço que muitos pagam para estar no culto para participarem da adoração a Deus? Façamos o melhor para o Senhor!

3- Atrasar nos compromissos sem dar satisfação

- O músico maduro tem conhecimento das suas responsabilidades e procura cumpri-las à risca. Portanto, seja responsável e chegue aos horários marcados! Se houver problemas ou dificuldades, comunique-se com sua liderança.

- Quando não damos satisfação sobre nosso atraso estamos agindo com irresponsabilidade, e em outras palavras, estamos dizendo “isso não é importante pra mim!”.

4- Não aceitar as críticas

- Quem não aceita críticas, acaba caindo na mediocridade e se torna um ministro sempre nivelado por baixo. As críticas servem para não deixar que caiamos no conformismo e paremos de crescer.

- Devemos receber as críticas com um espírito humilde e disposto a aprender. Quem não é ensinável e não gosta ser contrariado, não pode atuar em nenhum ministério na igreja.

5- Começar a ministração sem introdução e falar sobre verdades sem nenhuma demonstração de amor

- Não seja “juiz” das pessoas.

- Mostre a graça de Deus e o amor.

- Não seja grosseiro e indelicado.

- Seja amável e educado. A introdução pode determinar o sucesso de toda a ministração. Esse primeiro contato é “chave” para uma ministração abençoada e abençoadora.

- Uma boa introdução cativa a atenção das pessoas, desarma as mentes e prepara o caminho para compreensão e recepção da ministração.

- Uma boa ministração precisa ter um começo, meio e fim.

- Não seja muito prolixo e cansativo na introdução. Deve ser o suficiente para abrir a porta das mentes a fim de que as pessoas recebam aquilo que Deus tem reservado para cada uma delas.

6- Utilizar o púlpito para desabafar

- Uma mente cansada não produz com qualidade e o estresse pode levar a pessoa a falar o certo, mas no lugar errado. Púlpito não é lugar para desabafos, é lugar para profecia!

- Tratemos a igreja do Senhor de forma respeitosa (I Pe 5:2-4).

7- Gritaria

- Não confunda “gritaria” com unção, autoridade e poder. Muitos por não terem o equilíbrio e sensibilidade, tornam-se ministros irritantes, exagerados e em alguns casos, quase insuportáveis.

- Quem fala deve respeitar a sensibilidade e boa vontade dos que ouvem (I Co 14:40).

- Não é gritando que se alcança o coração das pessoas, mas sim, com unção, habilidade na comunicação e criatividade.

- Há ministros que cantam e falam tão alto e agressivamente, que deixam a impressão de que estão irados com o público. Quem sabe usar de forma inteligente sua voz e os equipamentos de som disponíveis, com certeza alcançará grandes resultados.

8- Expor os músicos, dirigentes ou técnicos durante a ministração

- Por vezes, alguns cometem erros durante a ministração, logo os outros músicos percebem e começam a rir, ou surgem olhares de reprovação, expondo diante de todos, aquele que errou.

- Devemos ser discretos, e quando errarmos, encararmos com naturalidade, sem expor nossos companheiros, porque apesar de estar na frente da congregação, estamos diante do Senhor, ministrando à Ele, e Ele sabe como e quem somos.

- Muitos estão magoados e chateados por terem sido expostos na frente dos outros. Tenhamos uma atitude de amor e respeito uns para com os outros.

9- Tocar, cantar ou dançar com outros ministros sem ser convidado

- Se algum ministro de outra congregação for convidado para ministrar em sua igreja, não suba no púlpito para ministrar sem ter sido chamado e convidado. Isto é falta de educação. Não seja mal educado!

- Muitos, por falta de educação e sensibilidade acabam atrapalhando a ministração daqueles ministros que foram convidados no culto.

10- Usar muitas ilustrações e dinâmicas durante a ministração

- Muitos querem “pregar” durante o louvor. O exagero de histórias, testemunhos, dinâmicas e ilustrações durante os cânticos, comprometem a essência e o propósito da ministração. Ministre cantando! Flua!

- Cuidado com manipulações! Não devemos tratar o público como “macacos de auditório”. Não peça para o público repetir frases feitas o tempo todo, gestos o tempo todo, além de se tornar algo cansativo, o ministro pode cair no ridículo diante do público.

- Evite deixar “brancos” entre um cântico e outro; para isso é indispensável desenvolver um bom entrosamento com os músicos, combinar sinais, etc.

11- Contar histórias ou piadas fora de hora

- Algumas histórias ou piadas, nunca deveriam ser contadas no púlpito da igreja. Não vulgarize o púlpito. Muitos querendo ser descontraídos acabam se tornando desagradáveis, fazendo colocações em momentos inapropriados, e por vezes dizem coisas com duplo sentido.

- Púlpito é lugar de profecia e não palco para piadas. Fomos chamados para ser profetas e não humoristas.

12- Ministrar o tempo todo com os olhos fechados ou olhar só para uma direção

- É importante olhar para as pessoas. Os olhos têm um poder impressionante de captar e transmitir mensagens não verbais.

- É importante transmitir amor, alegria e paz através do nosso olhar. Através de um olhar podemos abençoar as pessoas. Os que fecham os olhos ao ministrar, nunca vão saber avaliar seus ouvintes, lendo suas expressões faciais.

- Para alcançar a atenção de todos, é necessário olhar em todas as direções. Olhar só para uma direção pode transparecer que as pessoas não são importantes, ou que não precisam participar daquele momento de ministração.

- Estamos diante de Deus, mas também estamos diante do público. Estamos ministrando a Deus, mas também sendo instrumentos para abençoar a congregação.

13- Exagerar nos improvisos

- A disciplina e a maturidade musical é algo que todo músico deve buscar. Precisamos entender que pausa também é música.

- Acompanhar um cântico antes de tudo, é uma prática de humildade e sensibilidade. Nas igrejas, geralmente, os instrumentistas e cantores querem mostrar sua técnica na hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir. Economize informações musicais!

- Instrumental: Procure tocar o que o arranjo está pedindo, sem se exceder. Todo músico deve aprender a se “mixar” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical.

- Vocal: Procure cantar a melodia, fazendo abertura de vozes e improvisando apenas em momentos específicos, criando assim, expectativa. Muitas vezes a congregação não consegue aprender a melodia da música por causa do excesso de improvisos dos dirigentes e cantores.

- Avalie o que está tocando e entenda que o trabalho é em equipe, e não apresentação de seu cd solo.

- Procure gravar as ministrações, para que seja feita uma avaliação e as correções necessárias.

- Tocar e cantar de forma madura e eficiente requer disciplina, auto-análise e constante aprendizado.

14- Não ter expressão durante a ministração dos cânticos

- Não seja um “alienígena” em cima do púlpito. Participe de todos os momentos!

- A entonação da voz também é importante. Não combina, por exemplo, falar sobre alegria com uma entonação e um semblante triste e melancólico. Você pode contagiar o público através da sua expressão e entonação de voz.

15- Comunicação inadequada ao tipo de público

- Ser sensível ao tipo de público que estamos ministrando e utilizar uma linguagem adequada. A dinâmica de um culto congregacional é diferente, por exemplo, de uma reunião de jovens, ou crianças, evangelismo, etc. Não trate um público maduro, por exemplo, utilizando uma linguagem de criança e vice-versa.

- Cuidado com erros de português, vícios de palavras e gírias. Não precisa ser formal, seja natural, sempre observando o público que você está ministrando.

16- Vestimenta inadequada

- Sua vestimenta deve ser coerente ao tipo de ambiente e reunião que você estará ministrando.

- Cuidado com vestimenta inadequada, tipo roupa justa, cores chamativas, etc.

- Esteja atento a sua aparência – cabelos penteados, dentes escovados, maquiagem leve, usar desodorante, perfume, etc. Lembre-se que o púlpito é uma vitrine. Quem está ministrando passa a ser alvo de observação em todos os sentidos.

17- Cantar cânticos com o qual não está familiarizado

- Não conhece o cântico, não cante! Não sabe tocar o cântico, não toque!

- Para ganhar confiança do auditório, é preciso demonstrar convicção e certeza sobre o que está ministrando. Conhecer bem e ter domínio do cântico ministrado, é imprescindível para que o ministro atinja seu objetivo.

18- Cantar fora da tessitura vocal

- A escolha do tom de uma música depende do canto; este deve ser dentro da tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que o tom escolhido não seja o mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Na música onde há o canto, a ênfase é para a mensagem, portanto, não deve ser interferida por outros elementos.

- Muitas músicas que ministramos na igreja não fluem como poderiam, por causa da escolha errada da tonalidade. Por vezes, o tom é muito alto e as pessoas não conseguem cantar.

- O tom pode influenciar na sonoridade da música vocal com acompanhamento, bem como causar danos nas cordas vocais.

19- Elaborar um repertório inapropriado ao tipo de reunião

- Elabore um repertório adequado ao tipo de reunião. Por exemplo: reunião de jovens, evangelismo, santa ceia, etc; o repertório de um culto dominical é diferente de um lançamento de um cd por exemplo.

- Elabore uma seqüência lógica no repertório, ou seja, músicas de celebração, músicas de adoração, músicas de comunhão, etc. A ministração é como um “vôo de avião”, tem um destino.

20- Cantar muitas músicas num período curto de ministração

- Elabore um repertório adequado ao tempo de duração do louvor (conferir com o pastor).

- Dependendo do tempo dado a ministração, não será necessário uma lista extensa de músicas. Esteja atento à maneira como o louvor está transcorrendo e explore um determinado cântico quando perceber que está fluindo profeticamente.

- Muitos exageram no tempo da ministração dos cânticos e passam do horário estipulado, atrapalhando assim, o andamento da reunião. Muitos não se importam se estão agradando ou não. Quando excedemos os limites, podemos cansar o auditório, não atingir os objetivos definidos e forçar a reunião a terminar fora do horário.

21- Ensinar muitas canções num período de ministração

- Para que haja participação do público, procure ensinar durante a ministração, um ou dois cânticos. Procure repetí-los para que todos guardem bem a letra e melodia.

- Quando se ensina muitas músicas num período de louvor, o público não consegue assimilar as canções, causando uma dispersão.

22- Cantar sempre as mesmas músicas nas ministrações

- A Bíblia nos estimula a cantarmos um cântico novo (Sl 96:1). Porque cantar um cântico novo? Para cantar com o coração e não apenas com a mente. Cantar o mesmo cântico em todos os cultos pode se tornar cansativo e enfadonho, e as pessoas acabam cantando apenas com a mente.

- Cometemos um grande erro quando nunca reciclamos o nosso repertório. Reciclar, significa, “atualizar-se para obter melhores rendimentos”. Os ministros devem sempre estar atualizados, escutando boas músicas, consultando a internet, etc.

23- Cantar canções sem a direção do Espírito Santo

- É o Senhor que sabe qual é o cântico certo para a hora certa.

- Devemos tomar cuidado para não cantarmos cânticos que nos identificamos sem ouvirmos o Espírito Santo (I Co 14:8). Muitos só querem cantar cânticos que se identificam apenas atrapalhando assim, o fluir da reunião. Estejamos atentos e sensíveis a voz do Espírito Santo.

24- Não avaliar o conteúdo dos cânticos ministrados

- Muitos estão ensinando canções para a igreja que estão na “moda”, mas que não possuem um conteúdo bíblico correto. Devemos avaliar biblicamente o que estamos ensinando e cantando dentro de nossas igrejas.

- Cantemos cânticos teologicamente corretos

- Cantemos a Palavra de Deus! A Bíblia é o “hinário” de Deus. Quem canta a Palavra de Deus, amanhã não vai precisar pedir desculpas pelo que ensinou.

25- Imitar outros ministros

- Cada um de nós tem características diferentes. Deus nos fez assim! Deus quer nos usar do jeito que somos, com os dons, talentos e as características que Ele nos deu.

- Muitos caem no ridículo quando imitam trejeitos, frases, modo de cantar de outros ministros, etc.

- Cuidado com palavras da “moda”, tipo: “shekiná”, “nuvem de glória”, “trazer a arca”, “chuva”, “noiva”, “abraça-me”; ou então, expressões com duplo sentido, “quero deitar no seu colo”, “quero te beijar”, “quero ter um romance contigo”, “quando Deus penetrou em mim, eu fiquei feliz”, “Quero cavalgar contigo”, etc.

- Não quero ser radical e dizer que há problemas em utilizar estas expressões. Porém devemos refletir o que temos cantado em nossas igrejas. Muitos cantam e compõem canções enfatizando essas expressões, muitas vezes sem saber o significado e sem nenhum propósito, fazem isso apenas por ser uma expressão do “momento”, ou para dar uma idéia de “intimidade” com Deus, tornando-se infelizes nas colocações das palavras, até mesmo com um duplo sentido. Cuidado, intimidade sem reverência vira desrespeito!

- É verdade que Deus nos convida para sermos seus amigos, mas cabe a nós dar a glória devida ao Seu nome! Ele é nosso amigo, mas é nosso Deus! Não devemos tratar Deus como nosso “coleguinha de escola”. Cuidado para que, em nome da “intimidade”, você não perca o respeito e temor a Deus. (Exemplo: A visão de Isaías no cap. 6 – “Ai de mim...”)

26- Deixar o auditório em pé por muito tempo

- Não canse o povo! Ficar em pé 30 minutos é uma coisa, e outra coisa é ficar em pé 50 minutos. Esteja sensível ao ambiente.

- Um público jovem consegue permanecer em pé por mais tempo, mas um público mais velho acaba se cansando mais rápido. Não há nenhum problema em adorarmos a Deus sentado.

27- Deixar de participar de outros momentos do culto

- Muitos músicos são irresponsáveis e acabam comprometendo o andamento do culto. Participam apenas do momento dos cânticos, mas logo após saem do culto para fazerem outras coisas: conversar com amigos, comer, namorar, etc.

- Temos uma grande responsabilidade do culto que está em nossas mãos, por isso não podemos nos dar ao luxo de termos atitudes egoístas, infantis e irresponsáveis (I Co 3:1-2). Lembre-se: somos ministros de Deus!

28- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de som

- É importante estudar e conhecer os equipamentos de som para poder utilizá-los da melhor maneira, evitando também danos nos equipamentos por causa do seu uso inadequado. Existem muitos “curiosos” atuando nesta área.

- Cuidado com o volume dos instrumentos para não saturar o ambiente e provocar incômodo aos ouvintes.

- Lembre-se que o volume das vozes deve ser maior em relação aos instrumentos para que as pessoas entendam o que está sendo falado ou cantado.

- Sua participação no culto é fundamental. Fique atento! Não fique “viajando”. Concentração total!

- Seja amável e educado quando as pessoas vierem te falar ou orientar algo relacionado ao som.

- Não atrapalhe a ministração. Quando surgir algum problema, seja discreto para poder solucioná-lo.

- Depois de mixado os volumes, não há mais necessidade de ficar mexendo na mesa de som. Portanto, não mexa, pois isso atrapalha o bom andamento da ministração.

- Cuide dos equipamentos e seja zeloso pelas coisas de Deus.

29- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de dança

- Muitos são bem intencionados, mas não possuem o preparo suficiente para dançar.

- Expressão: é importante a expressão facial e corporal, e deve ser condizente com a música que está sendo ministrada.

- Roupas: é importante ser prudente e discreto para que não venha causar polêmica e escândalo dentro da igreja. Tomar cuidado para não tornar a dança algo sensual.

- Técnica e estilo: Todos devem conhecer os vários estilos (balé, street dance, etc), lembrando que cada estilo deve ser coerente ao tipo de música. O sincronismo entre o grupo é um fator muito importante.

30- Atuar no ministério por obrigação e sem alegria

- Quando realizamos a obra de Deus por obrigação não há alegria, mas se torna peso. Você gosta quando alguém vai fazer algo para você por obrigação? Será que Deus gosta quando vamos serví-lo por obrigação? Com certeza, isso não agrada a Deus.

- Se a obra do Senhor tem sido um fardo para nós ou estamos realizando o serviço por obrigação, então é melhor deixarmos o ministério.

- O nosso serviço deve ser com alegria – “Servi ao Senhor com alegria...” (Sl 100:2).

- Valorize o ministério! Valorize esse instrumento poderoso para a edificação da igreja e veículo de evangelização. Você foi escolhido por Deus, portanto, leve a sério o ministério!

Escrito por Ronaldo Bezerra - Publicado no Supergospel com autorização

O artigo acima foi escrito pelo Ronaldo Bezerra, quem quiser entrar em contato com ele, atente para os contatos abaixo.

“Filhos meus, não sejais negligentes, pois o Senhor vos escolheu para estardes diante dele para o servirdes, para serdes seus ministros e queimardes incenso” – II Cr 29:11

quarta-feira, 21 de março de 2012

Os personagens de destaque na história perdem sua importância na presença do Incomparável Cristo!

 
"Aquele que vem do alto está acima de todos. Cristo O Incomparável.
Quem é esse Cristo de que falo?
Os personagens de destaque na história perdem sua importância
 na presença do Incomparável Cristo. 
Ele é a Coroa do Universo. 
O Cumprimento das profecias. O Salvador do mundo.
Cristo sobrepuja a todos. Ele é a Vox Humana em toda a música
 e a estática em toda a escultura. Ele é a mistura mais aprimorada
 de luz e sombra em toda a pintura. 
Ele é o ápice da realização em qualquer empreendimento.
Paro o artista Ele é o supra-sumo da Beleza; 
para o arquiteto, a Pedra Fundamental.
Para o astrônomo Ele é a Estrela da Manhã; 
para o padeiro, o Pão da Vida.
Para o biólogo Ele é a Vida; 
para o construtor, o Alicerce Seguro.
Para o carpinteiro Ele é a Porta; 
para o médico, o Médico dos Médicos.
Para o educador Ele é o grande Mestre, 
para o engenheiro, o Caminho Novo e Vivo.
Para o geólogo Ele é a Rocha Eterna, 
para o escritor, a Palavra Viva.
Para o fazendeiro Ele é o semeador, o Senhor da Colheita;
 para o floricultor, A Rosa de Sarom e Lírio do Vale.
Para o paisagista Ele é a Videira Verdadeira;
 para o juiz, o Justo Juiz de toda humanidade.
Para o jornalista Ele é Boas Novas de grande alegria; 
para o filósofo, a Sabedoria Divina.
Para o pregador Ele é a Palavra de Deus; 
para o estadista, o Desejo de Todas as Nações.
Para o trabalhador Ele é o Provedor de descanso;
 para o pecador, O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.
Para o cristão Ele é O Filho do Deus Vivo,
 O Salvador, O Redentor e Senhor.
Para o discípulo Ele é o Comandante Geral
 que nos dá ordens com clareza incondicional e inconfundível.

ELE É CRISTO, O INCOMPARÁVEL!"

John Haggai
Julho de 2009

sábado, 10 de março de 2012

Série História Cristã: Keith Green

Que legal uma nova série!  História Cristã... Espero que gostem.


Como primeira publicação, hoje, no Blog Unijobre, postaremos uma breve biografia de um homem que marcou sua época. Fui impactado pelo se testemunho. Meu desejo é que vocês também sejam grandementes abençoados.

 No dia 28 de julho, deste ano (2012) fará 30 anos que Keith Green morreu.
*****



Keith Green: Exemplo de Músico Cristão
Você já ouviu falar de Keith Green? Ele teve carreira curta, de apenas 5 anos e oito discos gravados, sendo três destes lançados após sua morte. Mas, como disse Tony Campolo, raramente um músico tem sido um profeta tão grande como ele foi. Nunca um cantor desafiou tantas pessoas a se tornarem missionários e viverem uma vida santa diante de Deus e do mundo. Esta é uma pequena biografia deste profeta e músico para desafiar aqueles que desejam fazer música para Deus nesta geração.

Vindo de uma família de artistas, Keith começou a tocar piano com 5 anos de idade e a compor aos 8 anos. Com 11 anos ele teve seu primeiro disco “Cheese And Crackers” lançado em janeiro de 1965 pela Decca Records. Com este disco, Keith tornou-se o mais jovem membro da Sociedade Americana de Autores, Compositores e Publicadores (ASCAP). Infelizmente, com o passar dos anos, a fama prematura do garoto Keith Green se dissolveu, apesar dele continuar compondo e aparecendo em algumas apresentações de TV.

A família de Keith seguia um alto padrão moral e ele era um bom garoto. Sendo assim, ninguém sabe o que o levou a fugir de casa em duas ocasiões diferentes – aos 16 e aos 17 anos. É provável que o espírito rebelde que pairava no Sul da Califórnia naquela época o tenha influenciado. Em sua segunda fuga ele mergulhou no LSD e numa busca profunda por um sentido na vida. Após ter tentado em várias seitas orientais e comunidades hippies, Keith chegou à conclusão de que Jesus deveria ser a verdade. A partir de então ele começou a usar uma cruz de prata que havia comprado por 10 dólares em uma loja de antigüidades.


Em meados de 1973 Keith Green encontrou Melody. Ela também era artista, estava envolvida com drogas e já havia buscado a verdade no budismo e em outros grupos. Eles se casaram no dia 25 de dezembro de 1974 – em homenagem a Jesus – e começaram a compartilhar o sonho de Keith: ser descoberto por um caçador de talentos e tornar-se um artista famoso. Embora estivessem lendo a Bíblia e certos de que Jesus era a verdade, eles ainda não aceitavam o fato de Jesus ser Deus. Além disso continuavam a usar drogas ocasionalmente. Mas através de contatos com artistas cristãos como Randy Stonehill e Larry Norman, Keith e Melody começaram a conhecer alguns cristãos verdadeiros que passaram a ajudá-los na busca por Deus. Foi durante este tempo que ele escreveu canções como “Jericho” e “The Prodigal Son Suite” que se tornariam clássicos da Música Cristã Contemporânea.

Em 1975, após ouvir um sermão na igreja Vineyard Christian Fellowship, Keith e Melody decidiram entregar suas vidas totalmente a Jesus, aceitando-O como Senhor e Salvador, reconhecendo-O como único e verdadeiro Deus. Esta decisão mudou os rumos da vida do jovem casal. Eles passaram a viver em função de anunciar a verdade do Evangelho para seus amigos e a qualquer outra pessoa que encontrassem. Perceberam também que precisavam fazer algo prático para aquelas pessoas que se convertiam, mas que precisavam de um “abrigo cristão” antes de poderem enfrentar o “mundo lá fora”. Logo a casa deles havia se transformado em um abrigo, cheia de novos convertidos, ex-hippies e ex-drogados, mães solteiras e qualquer pessoa que precisasse de um refúgio temporário.

Após sua conversão Keith decidiu não fazer nenhuma performance pública até ter certeza de que essa era a vontade de Deus para sua vida. Ele continuou compondo e tocando, mas para si somente. Sua fonte de renda nesta época vinha de um contrato de compositor que ele tinha com a CBS. Foi somente em meados de 1977 que o primeiro disco de Keith Green, “For Him Who Have Ears to Hear” (Para quem tem ouvidos para ouvir) chegou às livrarias cristãs. Este disco tornou-se o maior álbum de estréia na história da música cristã, com mais de 300 mil cópias vendidas. O resultado foi que, de um artista totalmente desconhecido, Keith Green logo tornou-se um dos mais populares e procurados cantores do cenário da música cristã.

Junto com seu primeiro disco, Keith e Melody decidiram fundar o Last Days Ministries, como um meio de manter contato com seus fãs e difundir suas idéias e conceitos cristãos. Graças a este ministério, a mensagem de Keith Green continuou sendo distribuída através de folhetos e livros mesmo depois de sua morte.

Nos anos seguintes, Keith Green gravou “No Compromise” (1978) e “So You Wanna Go Back to Egypt” (1980). Em 1981 uma coletânea com alguns de seus maiores sucessos e outras canções inéditas foi lançada. Keith Green era então o maior nome da Música Cristã Contemporânea americana. Mas apesar de amar a música e compor com uma tamanha flexibilidade e facilidade, Keith estava tremendamente preocupado com o conteúdo espiritual de suas canções. E estava igualmente preocupado com a condição espiritual de seus ouvintes. Por este motivo, seus concertos começaram a tomar um rumo cada vez mais de ministração através da música e da pregação da Palavra do que um mero entretenimento. De fato, Keith Green odiava a idéia de “entretenimento cristão”.

O escritor Leornardo Ravenhill diz o seguinte acerca de Keith:
“Keith tinha fome por conhecer aqueles heróis que moveram suas gerações para Deus e ele seguia seus passos. Ele tinha um zelo santo e uma pureza que eu tenho visto em poucas pessoas. Eu não acho que Keih estava preocupado com o evangelho de Cristo o tanto quanto ele estava preocupado com a pessoa de Cristo. Eu acho que era esta sua maior paixão. (…) E ele derramava esta paixão do interior de sua alma através das letras vibrantes de suas canções.”

“Songs For the Shepherd”, o quarto disco da carreira de Keith Green foi lançado em abril de 1982. Após o lançamento do disco, Keith e Melody decidiram fazer uma viagem de férias pela Europa visitando várias bases missionárias da JOCUM. Na ocasião eles visitaram o navio Anastasis na Grécia, que havia sido adquirido pela missão e estava sendo reformado para o ministério. Keith ficou empolgado com o que viu. Ao retornar para os Estados Unidos ele começou a pensar seriamente em dedicar sua música e ministério para o despertamento de jovens para missões. Seu sonho era ver 100 mil jovens indo para o campo missionário. Algumas de suas novas canções como “Open Your Eyes” (Abra seus olhos) e “Jesus Commands Us to Go” (Jesus nos manda ir) começavam a refletir este desejo.


No dia 28 de julho, Keith estava em seu rancho e sede do LDM no Texas quando decidiu levar uma família de missionários que estavam visitando-o, para uma vista aérea do local. Doze pessoas decolaram no pequeno avião Cessna 414 naquela tarde quente de verão para aterrizarem na eternidade. Além do piloto, da família de missionários e de Keith, seus dois filhos mais velhos, Josiah de três anos e Bethany de dois, também morreram. A notícia do desastre foi um choque para a comunidade cristã. Dez dias após o trágico acidente que tirou a vida de Keith Green, o navio Anastasis ancorou em um porto na Califórnia em sua primeira viagem. Keith estava tão entusiasmado com a visão que havia enviado 28 mil dólares para cobrir as despesas da viagem de seis dias e a taxa da travessia pelo Canal do Panamá. Ele havia planejado estar lá para saudar a chegada do navio. Não pode ir. Mas quando o Anastasis atracou nas docas, o sistema de som local tocava “Santo, Santo, Santo…”. Sua voz podia ser ouvida adorando aquele a quem ele tanto amava e na presença de quem agora estava.

Após a morte de Keith, Melody Green organizou um Concerto Memorial que foi levado a diversas cidades americanas. Como resultado deste, milhares de jovens se envolveram com programas missionários através de organizações como Jovens Com Uma Missão (JOCUM) e Operação Mobilização (OM). Em 1989, Melody lançou “No Compromise”, um livro vibrante com a história da vida de Keith Green. Três anos depois, por ocasião dos dez anos de sua morte, um grupo de artistas cristãos famosos como Petra, Margaret Becker, Russ Taff e outros, reuniu-se em uma coletânea com algumas de suas músicas mais conhecidas. Desta forma a música de Keith Green continuou a ser ouvida pela geração mais jovem da Música Cristã Contemporânea.

Que o exemplo de compromisso com Deus e com a santidade deixado por Keith Green possa ser um desafio a todos nós chamados para brilhar como astros no meio de uma geração corrompida e perversa.
 

Fontes. Wikipédia, Site Oficial de Keith Green.
Postado Por Ivan Rodrigues

quinta-feira, 8 de março de 2012

Autoestima Negativa



A auto-estima consiste em como nos vemos refletidos nos olhos dos outros. Isso, por sua vez, condiciona a percepção do mundo e a interação com a comunidade.

 Na condição de cristãos, a auto-estima negativa se expressa basicamente como uma imagem de pessoas não amadas. Negamos nosso próprio valor, somos assombrados por sentimentos de insuficiência e inferioridade, e nos fechamos para o valor dos outros porque ameaça nossa existência.

A exaltação do outro é vivenciada como um ataque pessoal. Quando um colega é
apreciado, ficamos transtornados e irritados, depreciamos seus motivos como presunção. Dizemos a nós mesmos: "Sou uma pessoa estúpida, injustiçada. Tenho potencial, mas ninguém se importa".
Nas reuniões de grupo, nos sentimos como intrusos. Suspiramos: "Ninguém me ama".
A autoestima negativa não seria tão prejudicial, não fosse o fato de que interagimos
com os outros nos termos de nossa auto-imagem. Selecionamos da realidade apenas os aspectos que confirmam a própria visão obscura que temos a nosso respeito.

Escolhemos a dimensão de uma situação que aponta para a rejeição.
Numa simples conversa com alguém de nossa intimidade, a falta de entusiasmo
confirma o que suspeitávamos: "Sou um chato". Se encontramos na rua uma pessoa que valorizamos e ela nos ignora, à noite, ao deitar, esqueceremos as experiências agradáveis, até mesmo belas do dia e, em vez disso, dormiremos enfatizando o único incidente que aumentou nosso auto-retrato negativo.

Para amar o próximo como a nós mesmos, precisamos reconhecer nosso valor e nossa dignidade intrínsecos e nos amar de forma saudável e consciente, conforme Jesus nos ordenou ao dizer:
"Ame o seu próximo como a si mesmo".
Mateus 22:39

A tendência de sempre nos repreendermos com rigor pelos fracassos reais ou imaginários, depreciar e subestimar nosso valor e enfatizar exclusivamente nosso egocentrismo e nossa falta de disciplina pessoal é conseqüência de nossa auto-estima negativa. Reforçados pela avaliação crítica, reprovações e humilhações de nossos semelhantes, acabamos radicalmente incapazes de aceitar, perdoar ou amar.

"Se Jesus Cristo o perdoou de todos os pecados, lavando-o no seu sangue, que direito tem você de não perdoar a si mesmo?".
Francis McNutt

A capacidade de amar a si mesmo é a raiz e o pilar básico de nossa capacidade de
amar aos outros. Só posso tolerar nos outros aquilo que posso aceitar em mim.

A bondade para com o meu precioso e frágil "eu", quando inspirado exclusivamente por Deus, constitui o núcleo de bondade para com os outros e
com as múltiplas formas criadas do Divino ao meu redor. É também uma  condição necessária para minha apresentação a Deus.
Van Kaam

A auto-aversão é uma barreira ao amor. Não odiamos outras pessoas porque nos amamos demais, mas porque não conseguimos nos amar o bastante.

Publicado por Tiffany Resende

sábado, 3 de março de 2012

Tenho vergonha dos jovens cristãos

Desculpe se o título deste post é forte demais. Claro que não tenho vergonha de TODOS os nossos jovens cristãos. Mas preciso dizer uma verdade: se Jesus dependesse de uma enorme parcela dos jovens cristãos brasileiros dos nossos dias para cumprir a Grande Comissão, a mensagem do Evangelho morreria. 



 Deixaria de ser divulgada. Porque olho em volta e o que vejo são muitos garotões e menininhas fúteis do ponto de vista espiritual, que se interessam em ir para a Igreja por causa da festa. Para cantar, pular, gritar, encontrar amigos, namorar e comer uma pizza depois do culto dos jovens.

 Mas que nas suas escolas e faculdades, na sua vida familiar e no dia a dia vivem de modo tão inútil para o Reino de Deus como qualquer jovem não-cristão. E, perdoe-me pela dureza desse comentário: parece-me que uma enorme quantidade dos que frequentam os cultos de jovens não nasceram de novo. Não tiveram uma experiência real com Jesus de Nazaré, o Salvador. E vão para a Igreja para pular, pular e pular… na presença de Deus?
Se você acha que minha visão é pessimista demais, pergunte aos jovens de sua Igreja para quantas pessoas ao longo da última semana elas pregaram sobre o amor de Cristo. Quantas estão mais interessadas na eternidade do que no vestibular e na carreira? Quantas veem seus amigos indo para o inferno e choram por eles em oração noite após noite diante de Deus? Que sacrifícios estão dispostos a fazer por Cristo e pelos perdidos? Nossos jovens mal oram, mal conhecem o conteúdo das Escrituras, não há interesse por fazer um seminário teológico, não praticam as disciplinas espirituais, não estão nem aí para missões: querem é pipoca, cinema e ar condicionado. Não vejo fogo em seus corações pelo Espírito Santo, vejo uma preguiça desanimadora para as coisas de Deus.
Não gosto de generalizar. Há esperança de um futuro para a igreja. Há aqueles que sentem o toque do Espírito e abrem mão de si por Jesus. Que tomam suas cruzes e seguem-no. Há os que se dedicam, que leem livros cristãos, que vivem uma vida devocional, que buscam crescer na fé. Mais ainda: que buscam agir segundo a fé. Esses são os que me emocionam, porque são a prova de que o Deus vivo ainda vocaciona homens e mulheres para dedicarem suas vidas a levar as boas novas da salvação aos pecadores – não importa que idade tenham.
O que me motivou a escrever este post foi o vídeo que reproduzo abaixo. Foi-me enviado pelo mano Diego Vieira, da Igreja Cristã Nova Vida de Lote XV, em Belford Roxo (RJ). Dura menos de 9 minutos e mostra o depoimento de uma jovem da Coreia do Norte, um dos países onde cristãos mais são perseguidos no mundo, em que ela conta seu testemunho.
O que vejo ali não é uma jovem de 18 anos. É uma mulher de Deus. Alguém cujos sofrimentos e cujas experiências a estão levando a dedicar sua vida à causa do Evangelho.


 Assista. E envergonhe-se. Eu, que tenho 40 anos, me envergonhei ao ouvir as palavras de Kyung Ju Song, esse gigante em corpo de menina. Suas rápidas palavras mostram que ela tinha tudo para odiar Deus, por tudo o que ela e sua família passaram. Mas seu amor por Cristo e sua visível emoção ao final de sua fala são uma lição para todos nós, em especial para os jovens brasileiros da mesma idade que ela que estão muito mais preocupados com o próprio umbigo, em assistir a festivais bobos de “louvor” num canal de TV e em comer esfihas no Habib´s do que com a eternidade e com o destino eterno de almas humanas.

 Estou ciente que minhas palavras podem te soar duras demais. E são. Mas não são as mais duras que você ouvirá, caso venha a assistir ao video abaixo. Pois as palavras de Kyung Ju Song são ditas num tom de voz doce e quase meigo, mas são pungentes e perfuram como um punhal afiado. Que elas venham a despertar aqueles que estão dormindo o sono do conforto e da mesquinha rotina diária para uma vida de dedicação à causa da Cruz. Paro aqui. O que ela tem a te dizer em poucos minutos é mais importante do que o que eu poderia falar por horas. Ouça-a. Morra de vergonha. E depois, jovem cristão, com todo respeito e com muito amor: tome vergonha na cara e faça algo pelo Reino de Deus.
Paz a todos vocês que estão em Cristo.



Por Mauricio Zágari 
Fonte:{Graça Plena)

Publicado Por Ivan Rodrigues

sexta-feira, 2 de março de 2012

Dê vida a esse Blog, seu comentário é importante!

 
Hoje em dia todos criam seus blogs e todos sempre gostariam que leitores visitassem seus blogs diariamente. Sim visitou mais cade os comentários? É preciso saber que precisa-se comentar para que o autor do blog tire suas dúvidas ou entre em debate sobre o assunto publicado. 
Ou seja tirar dúvidas? Sim você pode tirar dúvidas não só na página de contato mais sim nós comentários de acordo com o tema publicado. 

Você comentando já esta ajudando o autor com seu blog e ao mesmo tempo lhe ajudando, pois é preciso comentar para se expressar e ter uma resposta útil e debater o assunto para que todos cheguem a uma conclusão. 

É preciso comentar para que outros leitores possam ver seus comentários e começar a comentar também. 
Se ninguém comentar todos não vão comentar, ou seja não irá comentar porque você não comentou. 

Algumas pessoas fazem comentários sem prazer, no entanto seu comentário só por ver, já dá pra perceber que está desorganizado. 


Então pessoal viram o conteúdo acima? Comecem a comentar com mais prazer e dedicação ao seu autor, pois você aprenderá com ele e com seus amigos utilizando os comentários e tendo mais privacidade com seu autor. E não se esqueça ele aprenderá com você e através dos seus comentários ele terá mais idéias para postar um conteúdo e aprender mais...

Admita sua culpa


O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia (Provérbios 28:13).

Quão rapidamente os transgressores da lei estão dispostos a admitir sua culpa quando têm a certeza de que cometeram um delito? Certo editor fez essa pergunta a uma psicóloga. A resposta dela foi baseada nos delitos de trânsito envolvendo motoristas bêbados. “Muitos motoristas culpados sentem remorso pelo que fizeram e juram nunca mais repetir a mesma tolice. Mas geralmente vêem apenas razões superficiais para a transgressão deles. Alegam que foi a primeira vez e que não haverá uma segunda. No entanto, suprimem a verdade. Eles se justificam dizendo que foram persuadidos a beber, ou que tinham tido um dia difícil, etc”.

A típica inclinação do ser humano é não admitir a culpa por seus erros. Qual de nós pode se eximir disso?
Lembremos que quando erramos não somos culpados somente em relação às outras pessoas, mas também em relação a Deus, que nos exigirá a prestação de contas por nossos atos. A Bíblia afirma isso repetidamente. Deus é santo: Ele nos conhece por inteiro, e não podemos enganá-Lo, ainda que sejamos mestres em enganar os nossos semelhantes.

O versículo de hoje nos adverte que não iremos a lugar algum escondendo nossos pecados, nem nesta vida e muito menos quando estivermos sendo julgados por Deus. “Sabei que o vosso pecado vos há de achar” (Números 32:23). Mas nem tudo está perdido. O versículo acrescenta que temos de confessar nossas faltas diante de Deus e, quando possível, dos homens também. Então experimen­taremos a misericórdia de Deus e seremos capazes de, com a ajuda dEle, levar uma vida nova.

Extraído do devocional Boa Semente
Postado com permissão
 

quinta-feira, 1 de março de 2012

Distrações


Há certas questões urgentes que todo cristão deve responder com total sinceridade. Você tem fome de Jesus Cristo? Você anseia passar um tempo sozinho com Ele em oração? Ele é a pessoa mais importante em sua vida? Ele preenche a sua alma como uma canção alegre? Ele está em seus lábios como um grito de louvor? Ou Ele está sufocado por distrações, anulado pelo orgulho? Você tem sede da água viva do seu Espírito Santo? Você está se esforçando para morrer diariamente para qualquer coisa que iniba, diminua ou ameace sua amizade com ele?

Para verificar onde você realmente está com o Senhor, recorde o que o entristeceu no último mês. Foi a consciência de que você não ama Jesus o suficiente? De que você não buscou sua face em oração com a freqüência necessária? Ou você ficou abatido por causa de uma falta de respeito, de uma crítica de uma figura de autoridade ou em razão de suas finanças, de medos sobre o futuro ou pelo aumento de peso?
De modo inverso, o que o alegrou no último mês? A alegria de dizer suavemente: “Aba, Pai”? A tarde em que você se retirou durante duas horas, levando só o evangelho como seu companheiro? Uma pequena vitória sobre o egoísmo? Ou as fontes de sua alegria foram um carro novo, uma roupa de grife, um grande evento, o sexo, um aumento salarial ou a perda de meio quilo em seu peso?

Quando todos os cristãos se rendem ao mistério do fogo do Espírito que queima por dentro; quando nos submetemos à verdade salvadora de que alcançamos a vida somente através da morte; quando reconhecermos que o grão de trigo deve se enterrar no chão e morrer e o jarro de alabastro do “eu” deve ser quebrado para que os outros percebam a doce fragrância de Cristo; quando respondemos ao chamado de Jesus “venham a mim”, então o poder iluminado do Espírito Santo será liberado com surpreendente força na igreja e no mundo.
Mas isso só irá acontecer se nos apartarmos da vida que estamos acostumados a viver, uma vida regida por nossos desejos de segurança, prazer e poder. São esses desejos que nos impedem de reconhecer a verdade de nossa necessidade da misericórdia de Deus. São esses desejos que nos impedem de tirar os resíduos embaçadores de nossa vida e nos obstruem a transparência.

Fonte: Convite à Loucura – Brennan Manning

Publicado Por Tiffany Resende

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Fanáticos ou Defensores da Verdade?



Em tempos como o nosso é fácil alguém parecer fanático, se mantém uma firme convicção sobre a verdade e quando se mostra cuidadoso em ter certeza de que sua esperança procede do céu. Nenhum crente pode ser fiel e verdadeiro nesses dias, sem que o mundo lhe atribua a alcunha de fanático. Mas o crente deve suportar esse título. É uma marca de honra, embora a sua intenção seja envergonhar. É um nome que comprova estar o crente vinculado ao grupo de pessoas das quais o mundo não era digno, mas que, enfrentando a ignomínia por parte do mundo, fizeram mais em benefício deste do que todos aqueles que viviam ao seu redor. O mundo sempre sofre por causa dos homens que honra. Os homens que trazem misericórdia ao mundo são os que ele odeia.

Sim! Os antigos reformadores eram homens fanáticos em sua época. E foi bom para o mundo eles terem sido assim. Estavam dispostos a morrer, mas não comprometeriam a verdade. Submeter-se-iam a tudo por motivo de consciência, mas em nada se sujeitariam aos déspotas. Sofreriam e morreriam, mas temiam o pecado. Esse fanatismo trouxe liberdade para a sua própria terra natal, como bem demonstra o exemplo dos reformadores escoceses. O legado deixado por esses homens - cujo lar eram as cavernas na montanha e cuja única mortalha era a neve, que com freqüência envolvia seus corpos quando morriam por Cristo - é uma dádiva mais preciosa do que todas as oferecidas por reis que ocuparam o trono de seus países ou por todos os nobres e burgueses que possuíam suas terras. Sim, eles eram realmente fanáticos, na opinião dos zombadores cépticos e perseguidores cruéis; e toda a lenha com a qual estes poderiam atear fogueiras não seria capaz de queimar o fanatismo desses homens de fé.

Foram esses implacáveis fanáticos, de acordo com a estimativa do mundo, que encabeçaram a cruzada contra o anticristo, quando na época da Reforma desceu fogo do céu e acendeu em seus corações o amor pela verdade. Esses homens, através de sua inabalável determinação, motivados por fé viva, venceram em épocas de severas provações, durante as quais eles ergueram sua bandeira em nome de Cristo. Um lamurioso Melanchthon teria barganhado o evangelho em troca de paz. A resoluta coragem de um Lutero foi necessária para evitar esse sacrifício. Em todas as épocas, desde o início da igreja, quando a causa da verdade emergiu triunfante sobre o alarido e a poeira da controvérsia, a vitória foi conquistada por um grupo de fanáticos que se comprometeram solenemente na defesa dessa causa. Existe hoje a carência de homens que o mundo chame de 'fanáticos'. Homens que possuem pulso fraco e amor menos intenso pouco farão em benefício da causa da verdade e dos melhores interesses da humanidade. Eles negociarão até sua esperança quanto à vida por vir em troca da honra proveniente dos homens e da tranqüilidade resultante do comprometimento do evangelho. Há muitos homens assim em nossos dias, mesmo nas igrejas evangélicas e na linha de frente do evangelicalismo; homens que se gloriam de uma caridade indiscriminada em suas considerações, de um sentimento que rejeita o padrão que a verdade impõe; homens que aprenderam do mundo a zombar de toda a seriedade, a queixarem- se da escrupulosidade de consciência e a escarnecer de um cristianismo que se mantém através da comunhão com os céus! Esses têm os seus seguidores. Um amplo movimento emergiu afastado do cristianismo vital, de crenças fixas e de um viver santo. As igrejas estão sendo arrastadas nessa corrente. Aproxima-se rapidamente o tempo em que as únicas alternativas serão ou a fé viva ou o cepticismo declarado.

Uma violenta maré se abate sobre nós nessa crise, e poucos mostram-se zelosos em resistir. Não podemos prever qual será o resultado nas igrejas, nas comunidades e nos indivíduos, tampouco somos capazes de tentar conjeturá-lo sem manifestar sentimentos de tristeza. Contudo, uma vitória segura é o destino da causa da verdade. E, até que chegue a hora de seu triunfo, aqueles que atrelaram seus interesses à carruagem do evangelho perceber ão que fazem parte de um grupo que está diminuindo, enquanto avançam até àquele dia; seu sentimento de solidão se aprofundará, enquanto seus velhos amigos declinarão à negligência, a indiferença se converterá em zombaria, e as lamúrias se transformar ão em amarga inimizade. Eles levarão adiante a causa da verdade somente em meio aos escárnios dos incrédulos e às flechas dos perseguidores.

Mas nenhum daqueles que amam a verdade - aqueles cujos olhos sempre descansaram na esperança do evangelho - deve acovardado fugir das provações. Perecer lutando pela causa da verdade significa ser exaltado no reino da glória. Ser massacrado até à morte, pelos movimentos de perseguição, significa abrir a porta da prisão, para que o espírito redimido passe da escravidão ao trono. Em sua mais triste hora, aquele que sofre por causa da verdade não deve recusar a alegria que os lampejos da mensagem profética trazem ao seu coração, quando brilham através das nuvens de provação. O seu Rei triunfará em sua causa na terra e seus amigos compartilharão da glória dEle. Todas as nações sujeitar-se-ão ao seu domínio. As velhas fortalezas de incredulidade serão aniquiladas até ao pó. A iniqüidade esconderá sua face envergonhada. A verdade, revelada dos céus, receberá aceitação universal e será gloriosa no resplendor de seu bendito triunfo aos olhos de todos.

Um artigo escrito por John Kennedy
Editora Fiel.

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