quinta-feira, 30 de junho de 2011

Viver Por Ti Jesus


“Você já deve ter ouvido a frase:” Ahh eu morreria por Cristo!”“. É interessante analisarmos essa frase levando em consideração que como alguém pode dizer que morreria por Cristo se ele nem ao menos vive por Ele. Creio que o ponto chave seria isso, encontro nos evangelho exemplos de grandes homens que de viveram por Cristo e como conseqüência de sua fidelidade entregaram sua vida por amor a Ele. Nós muitas vezes deixamos passar grandes oportunidades de mostrar que vivemos por Cristo. Usando as palavras de Fruto Sagrado: “O que agente faz fala muito mai do que só falar. Paulo em sua carta aos coríntios ele diz:

“Quer comamos quer bebamos ou façais qualquer outra coisa façamos tudo para a honra e glória de Deus” I Coríntios 10:31 

Você está disposto a viver por ele? Usando o texto  de Romanos 12.1 :

 Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.

Um sacrifício vivo. Uma representação de todos os nossos membros e, por extensão, de toda a nossa vida.
Compromisso absoluto é nosso culto racional, pois, se o Filho de Deus morreu por nós, o mínimo que podemos fazer é viver por ele. Como ouvi numa pregação certa vez: “Se Jesus é Deus e morreu por mim, nenhum sacrifício meu por ele é grande demais”. E tem hino lindo que expressa a mesma verdade: “ Amor tão admirável e sublime requer meu coração a minha vida, tudo o que tenho e sou”.

Creio que são poucas as palavras, mas que Deus possa aplicá-las em nosso coração, e estejamos dispostos a viver por Jesus. Finalizo com esta bela canção do CTMDT:

Viver Por Ti
Composição: Renan Marcel

Quem quiser vir após mim
Negue-se a si mesmo
Quem quiser me seguir
Tome a sua cruz

Eu quero viver por ti, Jesus
Por causa do teu glorioso nome
Não me envergonharei de proclamar
Jesus, meu Salvador

Render a ti meu caminhar
A cada dia me entregar
Em teu altar, então viver
Levando a minha cruz
Se no mundo eu passar por muitas aflições
Jamais retrocederei
Se a morte eu tiver de enfrentar
Bem alto bradarei
Somente por Cristo eu viverei
Escrito por Ivan Rodrigues

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Conceituar ou “Pré-conceituar”?


Oi galerinha tudo bem? Hoje será um pouco diferente dos outros dias, vou postar pra vocês um texto um muito interessante do pastor Agnaldo Faissal J Carvalho. Esse texto falou muito ao meu coração, espero que todos, que estão nos visitando, sejam edificados. É como diz lá em 2Pe 3.18 “Antes Crescei na Graça e no conhecimento de nosso Senhor Salvador Jesus Cristo” . Cresçamos então.


O assunto de hoje tem a ver com duas áreas de nossa vida: nosso pensamento e nossas ações.
Veremos quanto nossas ações estão ligadas ao que pensamos e como podemos prejudicar as
pessoas ao nosso redor, por pensarmos algo errado a seu respeito. No final, observaremos
uma forma melhor de pensar e agir, algo que glorifique a Deus.

De onde recebemos as informações?
O criador da Psicanálise, Sigmund Freud, afirmou em seu livro “O mal-estar na Civilização”sobre pessoas que buscam forças em Deus: “Mais humilhante ainda é descobrir como é vasto o número de pessoas de hoje que não podem deixar de perceber que essa religião é insustentável e, não obstante isso tenta defendê-la, item por item, numa série de lamentáveis atos retrógrados” (pág. 21). Esta declaração, vinda de alguém como Freud, pode “fazer a cabeça” de muitas pessoas que têm tendência a hostilizar os evangélicos. Dessa forma, muitas pessoas podem passar a pensar que os cultos, os acampamentos, a vida pura são “lamentáveis atos antiquados”. Isso vai desencadear uma série de atitudes nas escolas e faculdades, nas comunidades e até mesmo na igreja, quando passarmos a nos acostumar com essas críticas.Jesus reconheceu que, mesmo no Seu tempo, havia pessoas que tinham idéias acerca do que era certo e o que era errado. A partir desse “pré-conceito”, determinavam tudo na vida delas: relacionamentos, atividades diárias e relacionamento com Deus.A pergunta continua: de onde recebemos as idéias que “fazem a nossa cabeça”? Dos jornais, das revistas, da televisão, da música, da internet? Dos pais, da igreja, da escola, do trabalho? Afinal, qual é a fonte das idéias que inundam a nossa mente? Muitas vezes não questionamos o conteúdo do que é jogado em nós.Na parábola do fariseu (Lucas 18:9-14) podemos imaginar que em casa, desde criança, ele ouvia que era melhor do que a irmã, porque era homem. Quando ia a sinagoga, ouvia que era melhor do que o publicano, porque era um religioso. Na Yeshivah (seminário dos judeus) ouvia que era melhor que os outros judeus, porque orava e jejuava mais. E assim, inundado pelo conceito dos outros, tornou-se um preconceituoso assumido.

Como isso interfere na vida das pessoas?
Jesus tinha interesse em ensinar essa história para o povo porque sabia da carga de
preconceitos que o ser humano carrega. Note que Ele quis ensinar a um grupo específico, que
se achava melhor que os outros. Daí, vemos quatro aspectos ligeiramente parecidos. Neles,
Jesus quer mostrar que o preconceito não nos leva a lugar nenhum. Deus quer algo mais.
I. Preconceito religioso (Lc 18:9-14) – Pessoas se acham melhores por pertencerem a
uma religião. O problema com o fariseu era que não reconhecia seu verdadeiro
estado espiritual. Deus quer arrependimento verdadeiro, visto na vida do
publicano.
II. Preconceito Social (Lc 18:15-17) – Assim como Jesus disse: “Deixar vir a mim os
pequeninos”, Ele recebe o pecador convertido de qualquer nível social.
III. Preconceito Financeiro (Lc 18:18-27) – Há quem esqueça que o apego aos bens
materiais impede um verdadeiro relacionamento com Deus. O que Deus exige são
obediência e desprendimento.
IV. Preconceito Evangélico (Lc 18:28-30) – Há aqueles que julgam o seu sacrifício o
máximo e, por isso esperam um tratamento diferenciado querendo se impor aos
demais. Deus quer servos e não senhores.
O preconceito pode interferir negativamente na vida de alguém, trazendo hostilidade,
perseguição, isolamento e exclusão. Devemos observar, com critério bíblico, as pessoas ao
nosso redor, para que não sejamos injustos. Aquele que é objeto de nosso preconceito, hoje,
pode vir a ser uma benção para nós, amanhã.
Imagine o que aconteceria com aquelas criancinhas que queriam ver Jesus (Lc 18:15-17). Elas
foram barradas por ser crianças. As pessoas não tinham o direito de falar com Jesus. Mas elas
tinham! Devem ter passado a se sentir mais valorizadas, mais amadas, mais humanas.
Observe os formadores de opinião da nossa sociedade – que conceito estão ensinando sobre
felicidade, beleza, relacionamentos, moral, compromissos, conduta, etc.? Muitos jovens
cristãos estão deixando de ser a benção que Deus planejou que fossem pelo simples fato de
temer ser taxados de “antiquados”.
Um jovem cristão sabe que esses formadores de opinião dizem que namorar sem sexo o leva a
sofrer preconceito de homossexual, bitolado, perdedor, etc. A jovem que não está dentro dos
padrões de beleza estabelecidos pela mídia, aceita que não vai ser feliz, pois não vai arrumar
namorado. O pior é que essas idéias são difundidas através de brincadeiras inocentes e por
pessoas cujas idéias respeitamos. Por isso, fica difícil quebrar essa barreira.

Seja uma Fonte Pura, não um lago sujo!
Jesus foi jovem como você, e passou por situações de preconceito, tendo sido desprezado,
ridicularizado, humilhado e até excluído (Hb 2:18; 4:15). Mesmo assim, não agiu de acordo
com os preconceitos de sua época. Em lugar de permitir que as “fontes de idéias sujas”
contaminassem os Seus conceitos preferiu ser Ele mesmo uma fonte saudável que levaria água boa para o “lago” de outras vidas.
Veja como Jesus lidou com algumas situações.
I. Os que gostavam de jogar pedras nos pecadores (Jo 8:1-11)
II. Aquela mulher acostumada com o pecado (Jo 4:1-30)
III. A pecadora que ungiu os pés de Jesus, acostumada com o preconceito (Lc 7:36-50)
IV. Os marginalizados desprezados pela sociedade (Mt 9:10-13)
Jesus sabia quem Ele era. Sabia também quem as pessoas eram e por isso não Se
impressionava com os grandes religiosos nem Se retirava da presença dos excluídos. Na
verdade, Jesus formou Seu próprio conceito a respeito das pessoas. Ele nos ensinou que as
aparências enganam; que as pessoas podem ser levianas ao passar uma idéia acerca de
alguém. Nós podemos tirar as nossas próprias conclusões, iluminados pelo Espírito Santo e
viver a partir delas.

A sociedade classifica os cristãos de várias formas. Podemos ser chamados de “antiquados”
por querermos louvar a Deus na Sua casa, por decidirmos namorar e não “ficar”. Há quem
entenda que somos fanáticos por não compartilharmos das brincadeiras que maltratam os
mais fracos ou menos bonitos do nosso grupo. Somos tachados de antiquados por não
praticarmos sexo no nosso namoro. Andar na contramão destes princípios anti-bíblicos não vai
tirar o nosso valor. Pelo contrário, vai fazer de nós um ponto de referência, assim como Jesus
foi, e é para toda a história.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Qual é o seu problema?



Os problemas... Eles tiram nossa alegria, bloqueiam nosso bem estar, nossa paz. E somente com o coração tranqüilo podemos lutar contra os problemas até o fim, mas... Eles também tiram nossa tranqüilidade muitas vezes. Às vezes o homem recorre ao homem para resolver seus problemas, mas normalmente se chega á soluções paliativas ou nunca encontra soluções. Existem problemas que não conseguimos resolver sozinhos, e a quem devemos recorrer... ?   A Deus. Ele é maior que todos os nossos problemas.
A minha definição de problema é: Algo complexo que é envolvido em diversas áreas de sua vida, gerando dificuldade, dúvida, incerteza.
Tipo... Sempre fui uma boa aluna em matemática, mas aqueles problemas que envolviam equações, para mim eram insolucionáveis, me faziam “perder a cabeça”. Perdia muitas questões em provas por causa deles, e tinha muita vergonha de dizer ao professor que não tinha entendido o assunto, aí eu criei coragem e falei, ele me explicou novamente, eu entendi... Às vezes a solução é tão simples, para um problema que parece ser enorme. E o que nos impede de solucioná-los? O medo?
Cristo sempre nos pergunta, qual o nosso problema, e temos que ser bem sinceros, responder claramente e sem rodeios, quando abrimos nosso coração Deus nos ouve e socorre. Quando encaramos nossos problemas estamos sendo sinceros com as pessoas que amamos e, sobretudo com Deus.
Não sei a causa do seu problema, ele pode ser emocional, social ou até espiritual, mas para todos esses o meu Deus tem a solução, Ele tem o remédio que te leva á cura, só basta contar á ele –Qual o seu problema- e Ele virá ao teu socorro.
- Precisamos contar á Deus os nossos problemas, (uma vez, contados á pessoas “erradas” pode até piorar a situação), devemos enfrentá-los, nunca fugir deles, não deixando o medo a covardia ou a vergonha tomar conta de nós, pois esses empecilhos funcionam como uma espécie de camuflagem para o problema.
Os problemas podem até tentar nos atingir moralmente, emocionalmente, socialmente ou espiritualmente, mas eles fazem parte do cotidiano humano, e principalmente do cristão. A vida cristã é difícil e cheia deles... Mas, quem disse que não seria? “NO mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo “e não sou eu quem disse isso, foi o próprio Cristo. Eu entendo esse versículo como Jesus dizendo assim: Kara, tu vai ter um monte de problemas, eles nunca vão parar de aparecer, mas fica tranqüilo, você vai conseguir vencê-lo, eu também tive e venci todos eles, Eu venci o mundo.
Sei que na teoria é bemmm  diferente do que na prática, mas temos Deus ao nosso lado, tudo vai ser mais fácil, não vai deixar de ser doloroso e complexo,mas vai ser mais fácil. Perto de Deus os problemas se tornam bem pequenos.
Você quer deixar o medo e a insegurança tomar conta de sua vida?
Fuja do problema...
Quer se tornar mais seguro, forte e corajoso?
Encare-o!!!
Escrito por Cibelly Vieira

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Não mais Condenados!


Galerinha desculpe a demora, mas ai vai o post que deveria ter sido publicado ontem, espero que Todos sejam abençoados por ele em nome de Jesus.
Começo então como esse belíssimo texto da carta ao Romanos:

Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.
(Rm 8.1)

Distantes de Deus, nas trevas, prisioneiros do pecado e da morte, era assim que nos encontrávamos. Nossa condenação era certa,  mas ainda não era o fim havia uma esperança, um plano traçado pelo próprio DEUS para nosso resgate, e como diz o profeta Isaías, vimos uma grande luz,  uma Luz no fim do túnel como dizem por ai, uma esperança, uma chance, essa luz era Jesus
“O povo que andava em trevas, viu uma grande luz, e sobre os que habitavam na região da sombra da morte resplandeceu a luz.” (Isaías 9:2)
O apóstolo Paulo visualizando essa situação, do vale do desespero e da derrota, se eleva com um grito de triunfo: “Agora, pois já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus!” Somos livres, fomos feitos livres em Cristo. Existem duas formas de se entender essa profunda  e bela mensagem.
Em primeiro lugar, não há, de fato, nenhuma condenação divina no tocante aos nossos pecados, pois estamos em Cristo Ele nos comprou, nos resgatou, pagou um alto preço em nosso favor na cruz do calvário. Enquanto estávamos em Adão, nosso primeiro representante, havia condenação, estávamos em trevas, distantes de Deus. Agora se estamos em Cristo e, portanto, livres da condenação. Assim podemos lançar o desafio:

Toca primeiro em meu bendito Salvador,
Afasta o do divino favor;
Prova que há em Cristo um pecado sequer:
E só então poderás dizer:
“És impuro”.
W. N. Tomkins

No entanto, as palavras do Apóstolo também podem significar que não há necessidade do tipo de condenação própria descrita no capitulo 7 de Romanos:
Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Rm 7.18
Podemos passar por uma experiência semelhante à de Romanos 7.15
“Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço.
 Isso pode acontecer ao perceber que somos incapazes de cumprir as exigências da lei com nossas próprias forças, mas não precisamos permanecer nessa situação, afinal como dissemos no início deste post fomos comprados, resgatados por Cristo e agora se estamos Nele podemos dizer: “Agora vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim. Gl 2.20
O versículo 2 de Romanos 8 explica o por que já nenhuma condenação há.

“Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte”. (Rm 8.2)

Escrito por Ivan Rodrigues
Fonte de estudo Willian Macdonald
Comentário bíblico.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Derrotando o gigante da tentação



Todos os dias somos tentados ao pecado. Ele parece um gigante á nos rodear dia e noite, um gigante que parece que não conseguimos derrotar. Parece, até, ser mais forte que nós, e muitas vezes temos medo de enfrentá-lo. Mas pela fé ou por meio da graça de Deus o homem tem a condição de vencer diariamente a tentação.

“A vitória sobre a tentação depende de medidas firmes. Mas elas são sempre de caráter preventivo!“ Walter Bastos.

O QUE É TENTAÇÃO? Definição simples: é um impulso que nos leva a fazer uma coisa má.
A bíblia identifica o diabo como “tentador”. Em momentos de dificuldades ou lutas ele sempre aparece para nos tentar, e ele procura sempre o nosso ponto fraco, aquilo que nos atrai e seduz, satanás procura nos levar á questionar as ordens de Deus e a duvidar do seu cuidado conosco. O alvo da tentação é nossa completa destruição, ou você acha que satanás está interessado realmente em te fazer feliz?!
Muitas vezes caímos em tentação  por causa da “carne” ou “velho-homem”. É aquela velha história : se você alimenta a carne ela fica mais forte que o espírito, se alimenta o espírito, ele fica mais forte que a carne. Isso depende de você, de quem você está alimentando. Mas não basta só deixar de alimentar a carne, temos que ir mais além, temos Matar ou Crucificar  a nossa carne. Por mais  que seja difícil temos que enterrar o velho-homem. Se buscarmos a santificação todos os dias conseguiremos neutralizar essa fonte de tentação chamada “carne”.
Ah... Também é importante lembrar que há conseqüências quando cedemos ás tentações. Ex: O envolvimento de Davi com Bate- seba, ele sofreu conseqüências pelo seu ato, seu filho morreu.

 MAS, COMO DERROTAR O GIGANTE DA TENTAÇÃO?

Me deixaram este conselho e agora eu deixo pra você :

*Corraaaaaa, mas, corra mesmo !xD
*Seja obediente e fiel
*Temos também que cortar toda “fonte de alimentação” para o pecado, que nos atrai.
*E vigiar e orar! Vigiar é o mesmo que estar alerta, atento.Temos que estar atentos á nossa conduta, á o que assistimos quando ninguém está por perto, ao que vemos na internet, ao que fazemos quando estamos sozinhos e etc. Orar também é importante, pois ela nos mantém em contato com nossa fonte de resistência, e é dessa forma que nos fortalecemos no Senhor.

Deus e o diabo buscam nossa lealdade, mas devemos responder a nós mesmos, à quem iremos decepcionar? Podemos não estar sendo observados pelos lados, mas se olharmos pra cima...
escrito por Cibelly Vieira

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Debate Jovem: Cuidando das Coisas Do coração

Sábado às 19:30 na Igreja Batista Regular da Ur06

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Calvinismo Vs Arminianismo: Qual das visões está correta?



Pergunta: "Calvinismo versus Arminianismo: qual das visões está correta?"

Resposta: O Calvinismo e o Arminianismo são dois sistemas teológicos que tentam explicar a relação entre a soberania de Deus e a responsabilidade humana em relação à salvação. O Calvinismo recebeu este nome por causa de John Calvin (João Calvino), teólogo francês que viveu de 1509 a 1564. O Arminianismo recebeu este nome por causa de Jacobus Arminius, teólogo holandês que viveu de 1560 a 1609.

Os dois sistemas podem ser resumidos em cinco pontos. O Calvinismo defende a “depravação total”, enquanto o Arminianismo defende a “depravação parcial”. Segundo a “depravação total”, cada aspecto da humanidade está contaminado pelo pecado, e por isso, os seres humanos são incapazes de vir a Deus por iniciativa própria. A “depravação parcial” defende que cada aspecto da humanidade está contaminado pelo pecado, mas não ao ponto de fazer que os homens sejam incapazes de colocar sua fé em Deus por iniciativa própria.

O Calvinismo defende a “eleição incondicional”, enquanto o Arminianismo defende a “eleição condicional”. A “eleição incondicional” afirma que Deus elege pessoas para a salvação baseado inteiramente em Sua vontade, e não em nada que seja inerente à pessoa. A “eleição condicional” afirma que Deus elege pessoas para a salvação baseado em sua pré-ciência de quem crerá em Cristo para a salvação.

O Calvinismo defende a “expiação limitada”, e o Arminianismo defende a “expiação ilimitada”. Este, dos cinco pontos, é o mais polêmico. A “expiação limitada” é a crença de que Jesus morreu apenas pelos eleitos. A “expiação ilimitada” é a crença de que Jesus morreu por todos, mas que Sua morte não tem efeito enquanto a pessoa não crê.

O Calvinismo defende a “graça irresistível” e o Arminianismo, a “graça resistível”. A “graça irresistível” defende que quando Deus chama alguém para a salvação, esta pessoa inevitavelmente virá para a salvação. A “graça resistível” afirma que Deus chama a todos para a salvação, mas muitas pessoas resistem e rejeitam este chamado.

O Calvinismo defende a “perseverança dos santos”, enquanto o Arminianismo defende a “salvação condicional”. A “perseverança dos santos” se refere ao conceito de que a pessoa que é eleita por Deus irá perseverar em fé e nunca negará a Cristo ou se desviar Dele. A “salvação condicional” é a visão de que um crente em Cristo pode, por seu livre arbítrio, se desviar de Cristo e, assim, perder a salvação.

Portanto, neste debate entre Calvinismo e Arminianismo, quem está correto? É interessante notar que na diversidade do Corpo de Cristo, há toda a sorte de mistura de Calvinismo e Arminianismo. Há quem apóie cinco pontos do Calvinismo e cinco pontos do Arminianismo, e ao mesmo tempo, há quem apóie apenas três pontos do Calvinismo e dois pontos do Arminianismo. Muitos crentes chegam a um tipo de mistura das duas visões. No final, é nossa visão que os dois sistemas falham por tentar explicar o inexplicável. Os seres humanos são incapazes de compreender totalmente um conceito como este. Sim, Deus é absolutamente soberano e de tudo sabe. Sim, os seres humanos são chamados a fazer uma decisão genuína a colocar sua fé em Cristo para a salvação. Estes dois fatos parecem contraditórios para nós, mas na mente de Deus, fazem completo sentido.


quarta-feira, 1 de junho de 2011

A volta dos que não foram


Como temos nos apresentado diante de Deus? Como tem sido nossa oferta diante do Senhor? É tempo de rever nossos conceitos.
O verdadeiro culto que agrada a Deus é aquele que vem do fundo do coração, feito como um espírito voluntário e dentro das prescrições da palavra de Deus. O grande problema de muitas comunidades evangélicas hoje é o mesmo que estava ocorrendo com os judeus da época de Zacarias (Zacarias 7.1-14). Havia muito ritualismo e pouca vida; muito mecanismo e pouca voluntariedade; muita exteriorização, mas pouca renovação interior; muita forma, porém pouco conteúdo. Muitos vivendo uma vida vazia diante de Deus, discursos ensaiados, cantando, pregando, liderando, mas com o coração completamente distante do Senhor.

È como diz Isaías 29:13
O Senhor diz: "Esse povo se aproxima de mim com a boca e me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. A adoração que me prestam só é feita de regras ensinadas por homens.

 O culto a Deus não deve se constituir de práticas pré-estabelecidas, de gestos e coreografias mecânicas, mas de uma vida que reflita o amor de Deus, ao próximo e de testemunho em justiça.
Uma vida disposta a testemunhar desse amor que liberta, transforma e restaura.
Ta na hora de sairmos dessa inércia, dessa zona de conformismo.
“O salvação é individual, mas não é individualista” ouvi essa frase uma vez e nunca mais esqueci. Jesus está voltando e tem muita gente brincando de ser crente. Para estes deixo esta canção de Fruto sagrado:

A Volta Dos Que Não Foram 
 (Is. 29.13) Liturgias vazias
(Mt. 23.11-28) Hipocrisia religiosa
(Lc. 15.25-32) O irmão do filho pródigo


"É um equívoco achar que a forma é muito mais importante 
que o conteúdo e estipular que Deus só pode agir no mundo
dentro de uma forma pré-estabelecida".
 
(Osmar Ludovico, teólogo e pastor)

Você nunca saiu daí
Mesmo assim nunca quis me ouvir
Odeia festa, muita alegria
Nada disso tá de acordo com a tua liturgia
Se alguém erra é o primeiro a julgar
É sempre o outro que precisa melhorar
Quando faz algo, espera ser premiado
Ciúme e inveja convivem lado a lado
A volta dos que não foram
A revolta dos que não foram
Pior que tá perdido longe de casa
É tá perdido dentro da própria casa

Você tá mal, mas continua a sorrir
É um perito na arte de fingir
Se você peca, merece perdão
Mas se é o outro, já pensa na condenação
Alguém se alegra, você não quer festejar
Se o sucesso não é seu
Neném já quer chorar
Cara de santo, mas coração malvado
Você tá doente precisa ser curado
A volta dos que não foram
A revolta dos que não foram
Pior que tá perdido longe de casa
É tá perdido dentro da própria casa

Transformando a vida num funeral
Legalista, louco pelo ritual.

Para finalizar deixo a célebre frase de David Fuller: “Se você fosse preso por ser Cristão, haveria provas suficientes para condená-lo?” ...

Escrito por Ivan Rodrigues

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