A minha autocrítica é contra a alienação pública/coletiva dos evangélicos. Temos número suficiente para transformar um país, mas infelizmente, não temos pauta, nem bandeiras sociais, só um chavão: o Brasil é de Jesus! Mas isso não se tornará verdade apenas por decreto. E Deus sabe o que faz. Será que somos dignos de sermos chamados Protestantes? Nós protestamos o quê, contra o quê? Não conseguimos transpor para o social nossas transformações na vida privada. Podemos até reclamar dos políticos, inclusive dos ditos “evangélicos”, mas não temos tido foco, mobilização, nem articulação para acrescentar um côvado nos parlamentos e governos, elegendo bons representantes e boas temáticas de atuação. As nossas igrejas mais sérias pousam de reserva ética, porém estéril. – Nós não mexemos com política, sentenciam alguns. Ora, isso já é a política, pois abre caminho para aventureiros, que “mexem” muito melhor com a coisa. Enquanto isso, a grande mídia acredita que somos representados politicamente pela nossa banda mais podre. Na área pública, protestar o quê? Colhemos o que plantamos. Por: Murilo Marques Extraido: http://blog.opovo.com.br/cotidianoefe/a-ausencia-e-presenca-dos-evangelicos/
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Será que estamos alienados socialmente?
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